Assembleia Geral do Guarani mantém presidente e CA em votação apertada
Atual presidente Ricardo Moisés e Conselho de Administração são mantidos até março, quando haverá outra eleição
Atual presidente Ricardo Moisés e Conselho de Administração é mantido até março, quando haverá outra eleição
Campinas, SP, 02 (AFI) – Pelo menos até março, quando está marcada uma eleição, não haverá mudança no comando da direção do Guarani. A decisão foi tomada por Assembleia Geral de Sócios, realizada nesta segunda-feira à noite, no salão social do Brinco de Ouro.
Através de votação nominal, com cada um dos sócios indo à frente para dizer sim ou não em relação ao impeachment, foi decidido pela manutenção da atual diretoria por 86 votos contra o impeachment, um percentual de 55,9%. O total de votos válidos foi de 154 votos.
POR IRREGULARIDADES
A Assembleia foi convocada para analisar denúncias de irregularidades do atual presidente do clube, Ricardo Miguel Moisés, e dos seguintes membros do Conselho Administrativo: Carlos Aparecido Queiroz, Marcos José Lena, Assis de Oliveira e Gilberto Moreno Souto.
Muitos sócios ressaltaram as boas presenças de Carlos Queiroz e Gilberto Moreno, que receberam votos à parte, inclusive de sócios que queriam o impeachment de Ricardo Moisés.
Caberá, portanto, a atual diretoria comandar o futebol do clube no início da temporada 2020.
“Vamos montar um time forte” – prometeu Ricardo Moisés.
PALMERON XINGADO

Desde o início o ‘não’ ficou na frente, embora a votação prometesse ficar equilibrada. Os ânimos se exaltaram no início da Assembleia, mas depois se acalmaram dentro do que se espera em um processo democrático.
O presidente da Assembleia, escolhido pelos sócios, foi Anselmo França.
O ex-presidente Palmeron Mendes filho foi vaiado e xingado ao ser chamado para votar (Veja vídeo ao lado). Ele votou contra o impeachment. Depois deixou o salão protegido por vários seguranças.
O QUE VAI ACONTECER
Em caso de impeachment, uma nova eleição seria promovida para escolher uma direção provisória, que assumiria por 90 dias. Na sequência, uma nova eleição definiria o comando definitivo do clube.
Na realidade, esta Assembleia Geral foi continuação da realizada em setembro, que culminou com a renúncia de Palmeron Mendes filho. Este era, na época, um dos principais objetivos da Oposição.
Pesou a favor de Ricardo Moisés, o fato dele ter conseguido manter o time na Série B do Brasileiro, apesar da fraca campanha do time, todo organizado pela mesma diretoria.

LIGADO À MAGNUM
O atual grupo de situação no Guarani é ligado ao Grupo Magnum e vem sendo acusado pela Oposição de cometer diversas irregularidades na administração do clube.
A Oposição não aceita a ingerência da Magnum, que embora tenha arrematado o estádio Brinco de Ouro em leilão público, jamais sinalizou em cumprir seus compromissos para assumir a área e transformá-la num projeto imobiliário. Para isso, porém, precisa entregar ao clube um novo estádio, um novo centro de treinamento e uma série de benefícios estabelecidos em contrato.





































































































































