Sem renovar contrato, promessa da base se despede da Ponte: 'Chateado, mas sem mágoas'
Júlio Vitor, de 18 anos, foi apelidado pelo ex-presidente Vanderlei Pereira como 'novo Neymar'
Júlio Vitor, de 18 anos, foi apelidado pelo ex-presidente Vanderlei Pereira como 'novo Neymar'
Campinas, SP, 06 (AFI) – Chegou ao fim a passagem de Júlio Vitor pela Ponte Preta. Contratado no início de 2017, o atacante não acertou renovação contratual e está livre no mercado para acertar com novo clube.
Tido como uma das principais promessas das categorias de base, o garoto tinha encaminhada a extensão do vínculo até dezembro de 2020, mas a troca de gestão no clube inviabilizou a permanência no Moisés Lucarelli.
“O vínculo era só até dezembro que passou. Estava tudo certo para renovar pra jogar a Copa SP e, depois, ser promovido ao profissional. Ocorreu a troca da diretoria e ninguém me procuro mais. Ficou por isso mesmo. Estava certo já e só faltava assinar. Agora, o meu empresário está vendo um plano bom para sequência da carreira”, declarou, em entrevista ao Portal Futebol Interior.
“Fiquei chateado, sim, por não continuar. Mas são coisas do futebol. Eu não guardo mágoas da Ponte. É um clube no qual amadureci muito e agradeço pelo tempo em que fiquei lá”, emendou.
Após se destacar com a camisa do Rio Branco, Júlio Vitor chegou a Campinas com moral lá em cima. Prova disso é que, ao ter a contratação oficializada, o então presidente Vanderlei Pereira o apelidou de ‘novo Neymar’. Em campo, porém, o sucesso não foi o mesmo.
“Acho que isso pode ter influenciado no meu rendimento, sim. Mas não vou colocar desculpa nisso. Eu não consegui desenvolver o meu futebol no clube. Sabia que ainda poderia dar certo. Tinha confiança e estava voando. Quando cheguei à Ponte, tive problemas pessoais com a minha família. Penso que isso pesou na minha cabeça”, lamentou.
“O período na Ponte foi, com certeza, fundamental. Eu cresci muito em termos de amadurecimento e aprendi com os erros. A minha passagem pelo clube foi importante. Eu também tive momentos bons ao ser campeão paulista sub 17. Então não foram só coisas ruins, não”, completou.





































































































































