Justiça esclarece plano para quitação das dívidas trabalhistas do Guarani

Sentença é assinada por Rafael de Almeida Martins, juiz da 6ª Vara Trabalho de Campinas

Sentença é assinada por Rafael de Almeida Martins, juiz da 6ª Vara Trabalho de Campinas

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Campinas, SP, 09 (AFI) – Se depender da Justiça, o Guarani não terá vida fácil em 2020. Uma sentença divulgada por Rafael de Almeida Martins, juiz da 6ª Vara do Trabalho de Campinas, esclareceu o quadro financeiro bugrino na atual temporada.

No processo, divulgado em primeira mão pelo jornalista Elias Aredes Júnior, do Portal Só Dérbi, o magistrado revela que a diretoria alviverde apresentou um plano para quitar as ações trabalhistas.

Rafael de Almeida Martins é o responsável por sentença

Rafael de Almeida Martins é o responsável por sentença

Entretanto, a Justiça readequou os valores, sobretudo o montante recebido por meio do Grupo Magnum, dirigido pelo empresário Roberto Graziano, responsável pelo pagamento de R$ 350 mil mensais – a companhia foi a responsável por arrematar o Estádio Brinco de Ouro da Princesa em leilão no passado.

Se antes o Alviverde usava 80% da grana para quitar as despesas mensais, agora a totalidade será destinada para quitar os credores.

A diretoria do Guarani planejava arrecadar R$ 18 milhões na atual temporada: R$ 8 milhões por participação na Série B, outros R$ 6 milhões por disputar o Campeonato Paulista, R$ 2 milhões provenientes de bilheteria, comércio de jogadores e patrocinadores e mais R$ 2 milhões por participação na Copa do Brasil.

O clube, porém, por má classificação no ranking via CBF, não se classificou ao torneio mata-mata, o mais rentável do país.