Guarani acreditou até o final e obteve a recompensa

Guarani acreditou até o final e obteve a recompensa

Guarani vence o Santo André nos acréscimos

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A persistência do Guarani foi premiada diante do Santo André, na vitória por 2 a 1 na noite deste domingo, em Campinas.

A segunda metade da partida, após o intervalo, foi totalmente do Guarani, enquanto o adversário, desgastado fisicamente, conseguiu se defender para sustentar o empate até os 48 minutos do segundo tempo.

Aí, num rebote defensivo, a bola se ofereceu ao lateral-esquerdo bugrino Bidu, que arriscou o chute. Houve desvio de Paulo Vinícius, que traiu o goleiro Fernando Henrique, que já havia praticado defesa difícil em arremate do atacante Bruno Sávio.

COMPETITIVIDADE

Guarani empatou de pênalti. Foto: Renato Pereira
Guarani empatou de pênalti. Foto: Renato Pereira

Na ausência de técnica, sobrou competitividade de ambos os lados.

Exatamente por isso a partida foi truncada com seguidas faltas, pois as equipes se dispuseram colocar em prática forte marcação.

O Guarani iniciou a partida com mais volume ofensivo, porém esbarrando na malha de marcação do Santo André.

Por isso, durante o primeiro tempo, a única chance real de gol foi decorrente de cobrança de pênalti convertido por Rafael Costa, e praticado pelo zagueiro Rodrigo sobre Júnior Todinho.

O Santo André teve rendimento aquém de partidas anteriores por ter preservado quatro titulares, visando a partida de quarta-feira contra o Criciúma, pela Copa do Brasil.

Apesar disso, sua válvula de escape era através do lateral-direito Ricardo Luz, para que a bola chegasse ao ataque.

E ao ficar em desvantagem no placar, adiantou as linhas e chegou ao empate em desdobramento de lance de bola parada.

Zagueiro Rodrigo ganhou disputa de cabeça do meio-campista Eduardo Person, serviu o atacante Ramon, que só completou a jogada aos 34 minutos: 1 a 1.

BRUNO SÁVIO

A troca do ineficiente meia Bady pelo atacante de beirada Bruno Sávio não só representou opção de velocidade para o Guarani, como freou as descidas do lateral Rodrigo Luz, obrigado a cuidar da marcação.

O mesmo não se aplicou ao Santo André com a saída de Branquinho para entrada de Douglas Baggio.

Aí, se até a metade do segundo tempo as equipes se alternaram em jogadas ofensivas, a partir daí o Guarani tomou conta do jogo, até porque era visível o desgaste físico dos jogadores do Santo André, que haviam corrido demasiadamente.

Foi quando a pressão bugrina surtiu efeito prático já nos acréscimos, em resultado que refletiu com justiça o time mais uniforme ao longo da partida.

Apesar da vitória, já passou da hora de o treinador bugrino Thiago Carpini repensar a escalação do centroavante Rafael Costa, totalmente absorvido pelos marcadores.