Paulista A3: Paulo Mulle analisa polêmicas envolvendo Olímpia

Galo Azul está envolvido em confusões - na última delas, demitiu Alexandre Ferreira ainda no intervalo de uma partida

Galo Azul está envolvido em confusões - na última delas, demitiu Alexandre Ferreira ainda no intervalo de uma partida

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Olímpia, SP, 04 (AFI) – Um dos principais assunto dos mundo da bola nesta semana foi a demissão do técnico Alexandre Ferreira do comando do Olímpia ainda no intervalo da partida do último domingo, diante do Primavera, pelo Campeonato Paulista da Série A3.

O caso levou Paulo Müller a se manifestar. Ele afirmou que o treinador Paulo Mulle – que iniciou a pré-temporada alviceleste – foi contratado por conta de uma confusão entre os nomes. Mulle, porém, afirma que não foi isso que aconteceu.

“É a segunda vez. Ano passado, ele já se manifestou. Acabei fazendo vistas grossas, não valorizando as pronúncias dele. Isso me chateou muito. Eu sou treinador de futebol já há muito tempo, ex-atleta também. Sigo minha vida bem quietinho, com muita cautela, respeitando a todos”, disse.

“É muito difícil se manter nessa área. É uma concorrência acirrada, muito pesada. São poucos clubes, muitos treinadores. Meu último clube, de fato, foi o Olímpia. Essa pessoa voltou a se manifestar. É lamentável isso. Parece que, quando ele não está em evidência, ele procura meu nome para ser lembrado”, afirmou.

Paulo Mulle

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CONTA PRA GENTE
Paulo Mulle ainda contou como foi a chegada ao Olímpia, destacando a competitividade que há no mercado futebolístico.

“Longe de querer qualquer confusão ou atrito com essa pessoa, mas eu precisava me manifestar. Estou procurando meu espaço, em busca de sonhos. Para isso, a gente tem currículo, tem conseguido alguns trabalhos. Não preciso, nem um pouco, da relação com essa pessoa, para poder ganhar prestígio ou conseguir emprego”, assegurou.

“Essa história de que ele me contratou por engano é um absurdo tão grande. Eu cheguei ao Olímpia pelo Anderson (Rocha, gerente de futebol na ocasião) e iniciei meu trabalho. Foram 30 dias de trabalho muito consistentes e uma relação muito boa, inclusive com o Niquinha. Eu acabei deixando o clube por um problema particular”, prosseguiu.

SAIBA MAIS
O comandante também deu sua versão sobre os motivos que o fizeram deixar o estádio Maria Tereza Breda.

Paulo Mulle
Paulo Mulle

“Eu precisaria ficar de uma semana a dez dias ausentes. Àquela altura, já não era possível, pois o trabalho estava em formação. Então, achamos melhor eu me afastar, mas deixando as portas abertas, quem sabe, para a Copa Paulista. Tenho uma relação muito boa com o Niquinha, não temos problema nenhum, mantemos contato. Torço pelo Olímpia”, continuou.

“O que me importuna mesmo é a manifestação desse cidadão que, infelizmente, a gente acaba tendo que se indispor e perder esse tempo para responder à essa pessoa insignificante que eu não conheço”, encerrou.