Nacional x Marília - Ou vai ou racha no Paulista A3...
Equipes se enfrentam neste sábado, às 15h, em São Paulo, no estádio Nicolau Alayon, pela décima rodada
Equipes se enfrentam neste sábado, às 15h, em São Paulo, no estádio Nicolau Alayon, pela décima rodada
São Paulo, SP, 06 (AFI) – É hora de Nacional e Marília definirem: vão lutar por qual objetivo no Campeonato Paulista da Série A3? Com esse cenário, equipes se enfrentam neste sábado, às 15h, em São Paulo, no estádio Nicolau Alayon, pela décima rodada da primeira fase.
Os nacionalinos aparecem no 13.º lugar, dez pontos, duas posições abaixo dos maqueanos, que ocupam o 11.º posto. O G8 é fechado por Desportivo Brasil, com 13, enquanto o Z2 é composto por Grêmio Osasco, com nove, e Paulista, com apenas quatro.
OS DONOS DA CASA
A tendência é que o Nacional siga sem contar com o zagueiro Diego Chiclete, desfalque nas últimas três rodadas por conta de dores na coxa direita. Fica a dúvida também se o volante André Rocha, que vinha sendo titular, mas precisou cumprir suspensão diante do Grêmio Osasco e foi reserva diante do Velo Clube, retorna ao meio-campo.
“Esperamos um jogo difícil, mas a expectativa é que possamos fazer uma grande partida e conquistar um resultado positivo. Sabemos da necessidade de vencer. Precisamos manter o foco durante os 90 minutos para fugir da parte de baixo da tabela”, afirmou o atacante nacionalino James Dean.
OS VISITANTES
A tendência é que o Marília tenha até três alterações. O lateral-esquerdo Edu Pina, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, deverá dar lugar a Igor Meneghel. Além disso, Levi, que vinha sendo desfalque desde a estreia, quando se lesionou, e Rafael Sayão podem ganhar as vagas de Mykaell, volante, e Bruno Ribeiro, meia.
“Representa muito para mim. Sou cria não só como atleta. Como treinador, eu também iniciei aqui e também sou maqueano. Isso é muito legal, eu não sabia dessa marca, estou muito feliz. Espero poder celebrar essa marca com vitória”, disse Guilherme Alves, que se tornará o segundo técnico que mais dirigiu o Tigre no século XXI.





































































































































