Nova mudança: Dérbi 196 será mesmo sem presença de público
A determinação é do Ministério Público de Campinas, que se reuniu com presidentes dos dois clubes nesta sexta-feira
A determinação é do Ministério Público de Campinas, que se reuniu com presidentes dos dois clubes nesta sexta-feira
Campinas, SP, 13 (AFI) – O Dérbi 196 só será na segunda-feira, mas já tem mais uma reviravolta. Após comunicado da Federação Paulista de Futebol (FPF) dizendo que as partidas no interior de São Paulo seguiriam sendo disputadas com presença de público, uma nova reunião definiu o contrário.
Presidentes de Guarani e Ponte Preta se reuniram com secretários das pastas de Saúde e Esporte na Prefeitura Municipal de Campinas e decidiram por realizar a partida com portões fechados. A decisão foi anunciada, oficialmente, às 18h45. O jogo é válido pela 10.ª rodada do Campeonato Paulista e será realizada na segunda-feira, ás 20 horas, no estádio Brinco de Ouro da Princesa.

Nem mesmo a imprensa de Campinas terá acesso à partida e apenas da Rede Globo, que é detentora dos diretos de transmissão do Campeonato Paulista, vai enviar profissionais para o Brinco de Ouro da Princesa, a exemplo do que vai acontecer também nas partidas disputadas na capital.
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EXIGÊNCIA DA SECRETARIA DE SAÚDE
A exigência foi da Secretaria de Saúde de Campinas, que achou mais seguro restringir o público para evitar que o coronavírus se espalhe ainda mais.
“Em primeiro lugar, eu não queria que essa decisão fosse ligada ao Dérbi. Essa decisão da epidemia se agravou. Hoje, o município tem um caso confirmado e 130 pessoas em recolhimento domiciliar compulsório.
Nós estamos muito atentos. É não deixar ou diminuir as aglomerações humanas”, explicou o Secretário de Saúde de Campinas, Carmino de Souza. Segundo ele, o prefeito Jonas Donizete (PSB) está apoiando a medida da sua secretaria.
“Nós teremos dias difíceis nas próximas semanas, principalmente aos idosos e aos profissionais de saúde. Eu tenho pedido enfaticamente que as pessoas evitem aglomerações, quadros respiratórios.
Então é um momento em que estou exercendo o meu papel de autoridade sanitária. É uma decisão muito calcada na ciência. Isso me constrange um pouco, mas nós temos que fazer isso“, concluiu.





































































































































