Presidente do Guarani desmente antecipação de cotas da CBF: 'Nenhum centavo'
Segundo Ricardo Miguel Moisés, clubes da Série B não terão direito a valor de R$ 600 mil
Segundo Ricardo Miguel Moisés, clubes da Série B não terão direito a valor de R$ 600 mil
Campinas, SP, 08 (AFI) – Ricardo Miguel Moisés, presidente do Guarani, desmentiu a informação veiculada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de antecipação de uma das parcelas relativas aos direitos de transmissão da Série B do Campeonato Brasileiro.
O mandatário bugrino assegurou que nenhum dos 20 clubes da segunda divisão tem direito ao valor de R$ 600 mil, conforme divulgado em nota pela entidade, na última segunda-feira.
“Não houve ainda nenhuma para os clubes da Série B e Série A. Foi se falado, equivocadamente, que seria antecipado R$ 600 mil aos clubes da Série B, porém não existe antecipação nenhuma. Na verdade, isso foi colocado em pauta ontem na videoconferência. Houve requerimento dos clubes da Série B para que essa nota fosse corrigida. CBF irá corrigir nos próximos dias”, declarou, em entrevista à Rádio Bandeirantes de Campinas.
“O contrato celebrado entre os clubes da Série B, CBF e Rede Globo previa o pagamento das cotas em dez vezes, iniciando em fevereiro e terminando em novembro, ao final do Campeonato Brasileiro. Então, foi ventilado, sim, que seria paga a parcela de abril, porém não é antecipação. Isso é direito dos clubes. Foi cobrado isso da CBF, ontem. A CBF iria corrigir o posicionamento dela”, emendou.
A CBF ainda não se pronunciou sobre qual será a medida adotada com os participantes da segunda divisão de 2020.





































































































































