Pensando na Série C, Remo 'flerta' com reforços, mas esbarra nas incertezas do COVID
Antes da pandemia, o time paraense teria uma folha de pagamento que giraria em torno de R$ 550 mil por mês
Antes da pandemia, o time paraense teria uma folha de pagamento que giraria em torno de R$ 550 mil por mês
Belém, PA, 11 (AFI) – Durante a semana, o Remo surpreendeu todos os seus torcedores e anunciou as saídas do lateral-direito Nininho e o atacante Jackson. E, deve continuar aumentando a lista de dispensas nos próximos dias. Por outro lado, a equipe paraense também já está de olho em reforços para a Série C do Campeonato Brasileiro, mas tem esbarra nas incertezas que piarão em cima do futebol por conta do coronavírus.
Apesar de ter um norte dos jogadores que irá procurar e alguns pedidos do técnico Mazola Júnior, as negociações não estão caminhando já que nenhum possível reforço quer acertar contratos antes do fim desta quarentena, afinal ninguém sabe como irá ficar o calendário futebolístico de 2020. O Remo também está repensando a sua folha salarial.
Antes da pandemia, o time paraense teria uma folha de pagamento que giraria em torno de R$ 550 mil por mês. Porém agora com todas essas incertezas, que vão até as fontes de renda, tudo isso pode mudar. Por isso, a diretoria tem evitando procurar jogadores que custam mais de 30 mil reais mensais.

O Campeonato Paraense segue indefinido. Um Conselho Técnico foi realizado nesta quarta-feira e não houve um consenso entre os dez clubes participantes.





































































































































