Contra a queda, Cruzeiro contratou pai de santo por R$ 10 mil e não pagou
Time mineiro pagou "apenas" R$ 6 mil ao babalorixá em três parcelas
Time mineiro pagou "apenas" R$ 6 mil ao babalorixá em três parcelas
Belo Horizonte, MG, 23 (AFI) – As histórias que têm surgido do Cruzeiro no último ano são escabrosas. A nova é para deixar qualquer um maluco. A diretoria da Raposa contratou um pai de santo para evitar a queda para a Série B do Campeonato Brasileiro. Como se vê, não deu certo.
E tem mais! O servicinho do tal babalorixá custou para os cofres do clube a bagatela de – pasmem! – R$ 10 mil. O time mineiro, no entanto, pagou “apenas” R$ 6 mil em três parcelas, segundo documentos obtidos pelo UOL Esporte. A primeira foi de R$ 2,5 mil em 16 de outubro, a segunda de R$ 3 mil em 13 de novembro e a terceira de R$ 500 em 28 de novembro.
“É um serviço religioso realmente que foi prestado na época do Zezé Perrella, entendeu? Foi o Zezé quem solicitou. Foi mandado para pagar. Isso [se foi pago], eu não sei. Foi para o financeiro. Tem que ver com a Juliana [Moreira], do financeiro, se pagou. Eu realmente não sei se pagou ou não”, disse Benecy Queiroz, chefe do departamento técnico da Raposa e responsável por contratar o homem de 58 anos.
FALA, PAI DE SANTO!
“Ficou entre eu e ele [Zezé Perrella], como isso chegou até você, não sei. Realmente, eles não mandaram para mim os R$ 4 mil, mandaram só R$ 6 mil. Quem vai poder falar direitinho é o [Zezé] Perrella”, disse Reginaldo Muller Pádua, o tal pai de santo.
Wagner Pires de Sá, então presidente do Cruzeiro, negou a contratação do pai de santo. Zezé Perrella também afirmou que não sabe nada do assunto. O fato é que o Cruzeiro pagou R$ 6 mil para um pai de santo que não evitou a inédita queda no Brasileirão.






































































































































