Paraense: Sindicato de atletas reclama da CBF e pede cestas básicas
Tirando os atletas da dupla RE-PA, a maioria dos clubes paga o salário mínimo", afirmou Oberdan Bendelac de Menezes
Tirando os atletas da dupla RE-PA, a maioria dos clubes paga o salário mínimo", afirmou Oberdan Bendelac de Menezes
Belém, PA, 28 (AFI) – Os jogadores dos chamados clubes pequenos do Campeonato Paraense – ou seja, todos que não a dupla Remo e Paysandu – reclamam da situação imposta pela pandemia de covid-19, o novo coronavírus. O Sindicato dos Atletas Profissionais até se manifestou sobre a questão.
A Federação Paraense de Futebol (FPF-PA) divulga que cerca de 280 atletas estavam inscritos no Parazão desta temporada, que foi interrompido quando Paysandu, Remo, Castanhal e Paragominas estavam no G4, enquanto o Z2 era composto por Itupiranga e Carajás.
“Tirando os atletas da dupla RE-PA, a maioria dos clubes paga o salário mínimo, dentre esses atletas alguns chegam a fechar um contrato de até R$4 a 5 mil”, afirmou Oberdan Bendelac de Menezes, presidente da entidade e ex-jogador bicolor, ao jornal O Liberal.
O sindicato, cabe destacar, pediu cestas básicas à Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
“Para que possamos distribuir a muitos atletas aqui que necessitam. Fizemos por ofício encaminhado direto ao Coronel Nunes (paraense e ex-presidente da CBF)”, contou o advogado da entidade sindical, Fábio Furtado Santos.
“A entidade está ajudando outras associações que não são da área do futebol. A CBF, uma confederação brasileira de futebol, está excluindo os atletas. As entidades que estão recebendo esses auxílio nenhuma representa os atletas”, encerrou Oberdan Menezes.






































































































































