Gabigol revela tristeza por morte de massagista do Fla: 'Agora temos 11 estrelas'
Atacante lamenta perda de profissional, que foi uma das vítimas do novo coronavírus no clube rubronegro
Atacante lamenta perda de profissional, que foi uma das vítimas do novo coronavírus no clube rubronegro
Rio de Janeiro, RJ, 08 (AFI) – A morte do massagista Jorge Luiz Domingos, o Jorginho, vítima da covid-19, na última segunda-feira, ainda repercute no Flamengo. Nesta quinta, em transmissão ao vivo nas redes sociais do clube, o atacante Gabriel, o Gabigol, revelou estar muito triste com o ocorrido com o profissional, que tinha 68 anos e trabalhava no time rubro-negro desde 1980, portanto, na era Zico.
“Anteciparam as férias, forçadas para todos, que acabaram nesses dias (último dia 30). Recebemos um comunicado para voltarmos ao Rio e agora estamos esperando as programações e quando vão ser os treinos, mas tudo com muita calma e tranquilidade. Infelizmente, tivemos a perda do Jorginho por causa do coronavírus, algo que machucou bastante, me deixou muito mal. Ele foi o primeiro cara com quem encontrei no Ninho (do Urubu), o primeiro a me dar boas-vindas, a fazer massagem em mim, além de perguntar como estava nos primeiros treinos”, contou Gabriel.
TRISTES LEMBRANÇAS
O atacante lembrou ainda da tragédia ocorrida no Ninho do Urubu em fevereiro do ano passado, quando dez jogadores das categorias de base morreram em um incêndio.
“Estou muito triste. Também já falei com a maioria que a gente não volte agora em luto por ele. Agora temos 11 estrelas no céu para nos apoiar lá de cima”, comentou, referindo-se aos meninos mortos cujas famílias não foram indenizadas ainda.






































































































































