Atacante ex-Fla e Santos recorda inicio na Portuguesa: 'Saía chorando do Canindé'

Diogo relata que estrutura do clube piorou muito entre suas duas passagens

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São Paulo, SP, 08 (AFI) – Atualmente jogando no Johor, da Malásia, o atacante Diogo falou sobre o carinho que recebe até hoje da torcida rubro-verde. O atleta veio da base da Portuguesa, saiu em 2008 e voltou em 2013, deixando sua marca na história recente do clube. Em entrevista concedida nesta quinta-feira (07) a NETLUSA, ele destacou o forte sentimento que tem pela equipe.

“Eu fico muito feliz (com o carinho recebido). A torcida da Portuguesa pega muito no pé, já passei por fases terríveis nesse sentido. Eu falo para muitos amigos meus: quem vem da base, vemos de perto o sofrimento. Não que quem seja contratado não sinta, porém quem é da base conhece melhor. Eu virei torcedor, saía chorando do Canindé. Fica uma relação muito próxima”, comentou.

Diogo recorda início na Lusa e carinho por ser da base: “saía chorando do Canindé”

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Diogo destacou ainda as mudanças que encontrou na Lusa em sua segunda passagem. “Quando saí, não tinha luxo, mas não faltava nada. Já quando voltei, fui alertado que teria um choque de realidade. Os campos, os CTs, a alimentação, a organização. Tudo isso já não era igual”, declarou.

O atleta também falou da relação com o técnico Vagner Benazzi e as suas superstições na Lusa. “Ele já me deu pimenta para colocar na mala. Tive uma lesão e ele fez isso. Ele já colocou um pássaro preto no vestiário…”, declarou, aos risos.

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