Conselho a uma criança que não definiu a quem torcer? Monte timinho dente de leite
Conselho a uma criança que não definiu a quem torcer? Monte timinho dente de leite
Conselho a uma criança que não definiu a quem torcer? Monte timinho dente de leite
Outras três colunas, com links atualizados semanalmente, estão no ar. Cadê Você e Memórias do Futebol apresentam o mesmo conteúdo. Informacão – com vídeos, fotos e textos sobre cachorros – pode ser acessado, de forma improvisada, no link Anda Campinas.
Programação esportiva da Rádio Brasil-Campinas tem um quadro intitulado ‘Painel Campeão’, em que comentaristas da emissora respondem a uma pergunta formulada pelo produtor, o jornalista Elias Aredes Júnior.
Ainda na semana passada, quando li a indagação de que argumento deveria ser usado pra convencer uma criança a torcer por Ponte ou Guarani, fui no cerne da questão, ao recomendá-la que juntasse os amiguinhos e montasse um time dente de leite. E ficaria na expectativa de que o fruto prosperasse nas faixas etárias de infantil, juvenil e juniores.
Citei ainda que se preciso fosse até o ajudaria no suporte para reinventar o amadorismo num processo seletivo sem violência, de puro entretenimento, e com o sagrado agrupamento de pessoas de cada clube nas resenhas pós-jogo, em que se molham as palavras pra valer.
Complementei meus dois minutos cronometrados justificando que não estava cuspindo no prato que como, que continua sendo o ganha pão através do futebol.
Fui gestado profissionalmente no meio – a caminho de cinco décadas -, e meus cabelos brancos atestam que deu pra dominar um pouquinho de como a banda toca.
Também não me cabe recriminar torcedores que mantém o fanatismo, pois até então foi coisa passada de pai pra filho.
Agora, como posso sugerir para uma criança apego a Guarani, Ponte Preta, Corinthians, Palmeiras ou outra agremiação profissional?
MUMUNHAS
Testemunhei boleiros fazerem igrejinhas para derrubar treinadores, simularem lesões quando cartolas negaram reajuste salarial, forçarem rompimento de contrato para transferências, e curtirem noitadas mesmo depois de derrotas acachapantes, enquanto a dolorosa insônia noturna machucou o fiel torcedor.
A rigor, meu testemunho torna-se minúsculo diante de casos dos jogadores Paulo André e Maicon – nos tempos de Corinthians e São Paulo -, que acionaram a Justiça Trabalhista reivindicando pagamento dobrado por trabalho aos domingos e feriados, além de cobrarem descanso remunerado em um dia da semana, geralmente no pós-jogo, quando participam da chamada atividade de regeneração.
CORINTHIANS REVOLTADO
Está estampado no noticiário esportivo a revolta do presidente corintiano Andrés Sanchez, ao solicitar das entidades organizadoras de competições e televisão, para que não agendem jogos de seu clube aos domingos, feriados e em horário noturno.
Dirigente se baseia no acordo feito com o zagueiro Paulo André para indenizá-lo em R$ 750 mil, após perda de causa de seu jurídico até em recurso.
Presidente corintiano justifica posição com receio de outros processos trabalhistas – com idêntico teor – que tramitam na Justiça.
Portanto, aquelas juras de amor de atletas aos clubes que defendem, na maioria das vezes é fake.
TRANSPARÊNCIA
Não nos esqueçamos que nem sempre prevalece transparência em diretorias de clubes, e exemplos aos montes estão aí.
Aí, na santa inocência o torcedor ainda vocifera que ‘nós ganhamos, nós contratamos, nosso time está ajustado’.
Nós, vírgula. Eles sim. A você cabe apenas xingar e aplaudir.
De certo você não contrataria fulano, não encontra explicações porque executivo de futebol fracassado não é demitido, e desconhece o submundo da bola.





































































































































