Messi busca o título que lhe falta no currículo para se juntar ao ídolo Maradona
Ainda que se diga que sua idolatria seguirá a mesma com ou sem a taça, a obsessão do camisa 10 é coroar, aos 35 anos, uma trajetória brilhante
Campinas, SP, 18 – Lionel Andrés Messi Cuccittini torna o esplêndido comum. Seu talento quase sobrenatural lhe deu fama, adoração, fortuna e uma carreira irretocável, com 40 títulos e sete prêmios de melhor do mundo. Mas existe um troféu que o craque argentino ainda não levantou: o da Copa do Mundo.
Ainda que se diga que sua idolatria seguirá a mesma com ou sem a taça, a obsessão do camisa 10 é coroar, aos 35 anos, uma trajetória brilhante com a conquista que lhe falta. Ele tem neste domingo, contra a França, a última oportunidade de alcançar a glória máxima do futebol mundial.
“Estamos a um passo do nosso objetivo depois de lutar muito”, afirma. As apresentações geniais e a sua melhor versão em Copas, com cinco gols e três assistências em seis partidas, foram fundamentais para levar a Argentina à decisão. Messi é o goleador máximo de sua seleção em Mundiais (11 gols), o artilheiro do torneio do Catar ao lado de Mbappé (cinco) e se tornará neste domingo o atleta com mais jogos em Copas, superando o alemão Matthäus ao atuar em um jogo do torneio pela 26.ª vez.
Os argentinos têm o entendimento de que Messi, independentemente do resultado da final no Catar, já está na mesma prateleira que o ídolo Diego Maradona, morto em 2020.
NOVO MESSI
Em 2019, após várias decepções, nasceu um novo Messi. Na Copa América, sediada no Brasil, o craque começou a ser mais Maradona do que nunca. Deixou de ser um personagem introvertido, tímido e apresentou sua versão mais pujante e enérgica.
Essa versão contestadora foi consolidada no Mundial do Catar com o famoso “Qué mirás, bobo?” que lançou para o centroavante holandês Wout Weghorst. A frase se tornou símbolo da nação na Copa. O Messi maradoniano no Catar também devolveu as provocações de Van Gaal com insultos e uma comemoração a la Riquelme. Ele mostra empenho na marcação e comemora cada vitória como se fosse a última.
“Estou desfrutando. Faz algum tempo que venho desfrutando muito da seleção”, diz o craque. O título da Copa América de 2021 teve papel importante nessa transformação. A taça, conquistada com vitória por 1 a 0 sobre o Brasil no Maracanã, afastou a fama de “pecho frío” do camisa 10.
Ele se afirmou como verdadeiro líder também com as palavras. Sempre foi uma liderança técnica, mas passou a ser também uma referência para os companheiros. Seu discurso antes e depois de cada partida, e o comportamento, lhe fez ser uma figura ainda mais idolatrada. No Catar, ele é venerado por todos, até pelos rivais.
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