Diretoria da Ponte impõe ditadura e tenta se explicar

Campinas, SP, 19 (AFI) – As relações na Ponte Preta não andam nada boas. A imprensa que diariamente cobre o clube está insatisfeita com o tratamento oferecido pela diretoria da Macaca. Segundo orgãos de rádios e jornais, só os jogadores liberados pela diretoria falam à imprensa.

Um exemplo desta reclamação aconteceu nesta sexta-feira. O meia Castor, que será a novidade da Ponte na partida contra o Rio Claro, neste sábado, não falou com a imprensa. Isso porque a Ponte libera apenas dois jogadores, que a diretoria escolhe, por dia para falar com a imprensa. Nesta sexta, Castor não estava entre os escolhidos.

O diretor de futebol da Ponte, Sebastião Arcanjo, veio a público para responder às reclamações. Segundo Tiãozinho, o processo de apenas dois jogadores darem entrevista é uma decisão única e exclusiva da diretoria.

“Essa decisão é tomada pela diretoria. Não gostei de algumas coisas que saíram na imprensa, pois a Ponte está em processo de reformulação. O departamento de comunicação do clube está cuidando disso”, disse o diretor de futebol, em entrevista à Rádio CBN.

Em meio a todas essas confusões, a Ponte Preta volta a campo no sábado para enfrentar o Rio Claro, às 18h10, no estádio Moisés Lucarelli.