Para encarar São Bento, Galo da Japi terá mudanças forçadas

Jundiaí, SP, 22 (AFI) – O que vinha dando certo, irá mudar. Forçadamente, mas vai mudar. A formação tática do Paulista, tão eficiente nos últimos jogos, será alterada para o próximo jogo, domingo, em Sorocaba, contra o São Bento. Não por vontade do técnico Vágner Mancini, mas sim por inúmeros desfalques.

Três jogadores estão suspensos (Marcus Vinícius, Réver e Marco Aurélio) e dois estão machucados (Fernando Diniz e Gláucio). “É claro que ter desfalque nunca é bom. Confio, porém, no grupo que tenho nas mãos. Sei que quem entrar vai dar conta do recado”, disse o treinador.

Mancini pode confiar nos substitutos. Porém, terá uma árdua tarefa para defini-los. “Querendo ou não, a base da equipe será mudada”, afirmou. Para o lugar de Marco Aurélio, a primeira improvisação. Fábio Vidal deve ser deslocado para a direita e o garoto Eduardo, de 18 anos, tem grandes chances de ter a sua primeira chance como titular na temporada.

Na defesa, dois jogadores disputam posição. Thiago Mathias e Diego Padilha terão que mostrar nos treinamentos que podem ser companheiros de Dema, na defesa jundiaiense. “O Mathias já está bem fisicamente e disputa com o Diego a posição. Quem treinar melhor, vai para o jogo”, sentenciou Mancini.

Já no meio-campo, vem a principal mudança. Mancini tem duas opções táticas e três jogadores diferentes brigando por uma posição. A dupla de volantes já está confirmada: Fábio Gomes e Marcelo Oliveira. Os seus companheiros, porém, é que são as grandes interrogações que norteiam os pensamentos do treinador do Paulista.

Como Diniz e Gláucio estão machucados e não há nenhum outro meia com caraterísticas ofensivas, Mancini pode escalar o volante Rodolfo, ou um outro atacante (Victor Santana ou Leandrinho), fazendo, assim, com que o Galo jogue no 4-3-3.

“O nosso time joga tradicionalmente atacando. Independente do número de jogadores de frente. Em um primeiro momento pode assustar atuarmos com três atacantes fora de casa. Mas, o Leandrinho ou o Victor e até mesmo o Gilsunho podem recuar um pouco quando não tivermos a posse da bola”, explicou o treinador.