Além de cartões amarelos, Guarani ganha novas preocupações
Campinas, SP, 26 (AFI) – Antes do empate por 2 a 2 com o São José, a grande preocupação do Guarani era o grande número de jogadores pendurados com dois cartões amarelos. Ao todo eram nove. No entanto, instantes antes do início do jogo, a preocupação ganhou novo ângulo. O zagueiro Danilo Silva e o ala-esquerdo Rogério sentiram incômodo na coxa e foram vetados pelo departamento médico do clube.
Durante o jogo, o goleiro Buzetto foi outro que sentiu dores na coxa, permaneceu na partida, porém, é a grande dúvida do técnico José Luiz Carbone para o próximo compromisso do Bugre, quinta-feira, contra a Internacional, às 20h30, em Campinas.
Os cartões amarelos ficaram para trás, uma vez que apenas o reserva Vitor Rossini foi amarelado e está fora do duelo de quinta. Já os três lesionados Buzetto, Danilo Silva e Rogério são dúvidas e, segundo o médico do clube, André Andrade, têm grandes chances de ficarem de fora.
“Eles preocupam sim. Sentiram muitas dores, e Buzetto deve ficar de fora. Os outros dois (Rogério e Danilo Silva) continuarão com o tratamento, mas não temos como falar nada agora”, comentou André. No último domingo, o experiente Márcio Rocha substituiu Danilo Silva e foi muito bem. Na ala esquerda, Adílio, substituto natural de Rogério, entrou.
Análise do resultado
Para Carbone, o empate fora de casa, contra um concorrente direto na briga pela classificação, não foi ruim, apesar do Bugre não ter atingido seu objetivo, que era a vitória. O um ponto em São José dos Campos levou o time de Campinas aos 25 pontos, caindo uma colocação e ocupando, agora, a última vaga do G-8, em oitavo.
“Pensávamos na vitórias, mas sabe como é. Jogando no campo do adversário, marcando um gol logo no começo, não é fácil aguentar a pressão durante todo o jogo”, afirmou o técnico, se referindo ao tento anotado por Robinho, logo aos 40 segundos de jogo. Mas Carbone sabe o que faltou para os três pontos voltarem na bagagem bugrina.
“Faltou toque de bola, não precisávamos ter pressa. Queríamos fazer o segundo gol a todo custo, sendo que o empate era bom resultado, e por isso tomamos pressão. Apesar disso, no geral, gostei da partida. Agora já foi e temos que pensar na Internacional (próximo adversário). Não vou falar sobre o Atlético Sorocaba (último confronto da primeira fase), só penso na próxima partida”, comentou.
Indagado pela imprensa sobre se os jovens atletas irão suportar a pressão da reta final, Carbone não hesitou em apoiar os pupilos. “Estamos dando muito valor para eles, valorizando seus potenciais. É só eles não perderem a garra, porque qualidade eles têm”, finalizou Carbone, que na última quinta-feira completou 61 anos de idade, com muitos motivos para comemorar (clique e veja a matéria).





































































































































