MSI acusa Ministério Público de falta de provas por denúncia
O advogado criminalista Luiz Fernando Pacheco defendeu o presidente da MSI, Kia Joorabchian (foto), e diretor de finanças da empresa, Nojan Bedroud. Segundo ele, não existem provas concretas para a denúncia e os dois dirigentes foram cerceados de seus direitos de responder a acusação.
São Paulo, SP, 12 (AFI) – Assim como o presidente do Corinthians, Alberto Dualib, a MSI também decidiu se defender através de um comunicado oficial à imprensa da denúncia do Ministério Público sobre as irregularidades na parceria com o Timão. Na Nota Oficial, o grupo de investimentos classificou a acusação de “absurda e arbitrária”.
Denúncia
Além disso, o presidente Alberto Dualib, o vice-presidente do Timão, Nesi Curi, o advogado Alexandre Verri, o empresário e assessor da presidência, Renato Duprat, e Paulo Angioni, ex-diretor do MSI, também foram denunciados e continurão sendo investigados. Eles só não tiveram a prisão decratada, pois já estão impedidos de deixar o país.
O juiz da 6ª Vara da Justiça Federal de São Paulo, Fausto Martins Sanctis, que aceitou na denúncia do MP, pediu também à Interpol (Policia Interncional) a prisão do russo Boris Berezovski, do presidente do MSI, Kia Joorabchian, e do diretor de finanças da parceira coritiana, Nojan Bedroud.
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Confira a Nota Oficial da MSI:É absurda, arbitrária e carente de suporte legal a decisão da Justiça de decretar a prisão preventiva dos senhores Kia Joorabchian e Nojan Bedroud. O advogado criminalista Luiz Fernando Pacheco afirma que a direção da MSI sempre esteve à disposição das autoridades policiais e judiciárias durante toda a fase de inquérito.
“Em nenhum momento do inquérito feito pelo Ministério Publico Federal, os senhores Kia e Nojan foram convidados a depor, tendo sido cerceados seus direitos de responder sobre o que estavam sendo acusados. Usaremos de todos os argumentos legais para demonstrar a inocência de ambos e restabelecer a verdade”, disse Pacheco.
Como prova disso, o advogado protocolou ofício informando que o senhor Kia Joorabchian deporia quando fosse necessário, não tendo sustentação o argumento de que os executivos, pelo fato de estarem fora do país, representariam um obstáculo às investigações.
Sobre o fato de a MSI ser denunciada pela suposta prática de lavagem de dinheiro, o advogado declarou que a empresa sempre agiu estritamente dentro da lei e que não há uma prova sequer de que houve a prática de crime.





































































































































