São-paulino cobrará R$ 300 mil de dirigente por danos morais

São Paulo, SP, 16 (AFI) – Depois de ter sua sexualidade questionada pelo diretor do Palmeiras, José Cyrillo, em um programa de televisão, o meia Richarlyson, do São Paulo, cobrará na Justiça R$ 300 mil do diretor por danos morais. De acordo com os advogados do jogador, o processo será protocolado nesta quinta-feira, em quatro artigos diferentes. Além disso, diversos tipos de prova como vídeos, matérias em jornais e em sites serão utilizados. Por ser um pedido superior a R$ 50 mil, o caso será julgado no Fórum João Mendes, de São Paulo.

“Nós advogados, estamos baseados na violação da vida íntima, em ato ilícito, obrigação de reparar o dano e na Lei de Imprensa”, contou Renato Salge, advogado do meia. Relembre o caso
O diretor palmeirense participava do programa Debate Bola, da TV Record, e acabou afirmando, após ser perguntado pelo jornalista Milton Neves, que Richarlyson era o tal jogador que assumiria a homossexualidade em rede nacional.

Tempos depois, Cyrillo pediu desculpa a Richarlyson, que apoiado pelos advogados, decidiu seguir em frente com o processo.