Time da Série C entra com pedido formal contra arbitragem
Manaus, AM, 21 (AFI) – Dois jogos, duas derrotas e um confronto decisivo contra o Ananindeua-PA, nesta quarta-feira, às 16 horas, longe de casa. Esse é o Nacional-AM, que vê nas últimas atuações dos árbitros um dos motivos para a desastrosa campanha até então.
Na última segunda-feira, o clube mandou uma representação forma à CBF contra o árbitro Milton Cezar Silva e a assistente Syria Flores, dupla que esteve presente na derrota para o Fast Clube-AM, por 3 a 1, no último meio de semana.
“Teve um gol deles irregular, uma expulsão nossa sem justificativa, um pênalti para eles inexistente e essas coisas não são de hoje que acontecem. Depois falam que não interferiram no resultado”, esbravejou o presidente do Nacional, Manuel do Carmo Chaves, o Maneca.
Após a derrota do último domingo para o Barras-PI, no Piauí, por 2 a 1, a mesma história. E não é desculpa de perdedor, dizem os dirigentes do clube amazonense. Dessa vez, o alvo foi o árbitro cearense Francisco Almeida.
“Não é desculpa de perdedor. Ele anulou dois gols nossos legítimos, mas nós ainda não jogamos a toalha”, completou o presidente.
O pedido gerou repercussão e o diretor da comissão de arbitragem do Amazonas, Wladimir Bastos, ironizou.
“Pedir todo mundo pede um monte de coisa, porém, se os dois (árbitros) fossem ruins não estariam no quadro nacional”, garantiu.
O time só não é o lanterna do Grupo 18, pois leva vantagem no saldo de gols para o Ananindeua (-3 contra -5).





































































































































