Calejado, Gama acredita no improvável na Série B

Brasília, DF, 26 (AFI) – A diretoria e comissão técnica do Gama não estão preocupados com os 3,5% de probabilidade de chances, conforme o site chancedegol.com.br, de subir para a Série A de 2008. Querem no campo, buscar os resultados de vitórias que encaminhem o time na trilha de volta à elite brasileira. Mas o torcedor pode ficar calmo, porque o Gama já passou por estas situações e se deu bem.

Em 2001, faltando sete partidas para o encerramento da Série A do Brasileiro, o Gama tinha de vencer cinco dos sete jogos finais, para se manter na Primeira Divisão do brasileiro. A equipe venceu os cinco jogos necessários (3 a 2 no Paraná, 5 a 0 no Guarani-SP, 2 a 1 no Sport, em Recife; 4 a 1 no Atlético-PR e 5 a 0 no Botafogo-SP) e permaneceu na Série A daquele ano.

Em 2005, novamente um novo desafio para o Gama. Tinha de fugir do rebaixamento para a Série C de 2006 do Brasileiro. De sete jogos que faltavam, era necessário vencer outra vez, cinco partidas. Começou vencendo o CRB, em Maceió, por 2 a 0. Ganhou do Guarani, por 2 a 1; passou pelo Náutico, por 2 a 0; venceu o Ceará, por 1 a 0. Mais uma vez, o Sport no caminho do Gama. O jogo foi na Ilha do Retiro. Mais uma vitória do Gama, 2 a 0 com dois gols de Maia.

Improviso
Para o jogo deste sábado, 16 horas, no estádio Rei Pelé, em Maceió, diante do CRB, o técnico gamense não conta com o lateral esquerdo Rodrigo Ninja e com o volante Ralfh, o jogador que mais atuou pela equipe, ambos suspensos pelo terceiro cartão amarelo.

O treinador já definiu Cleisson, no meio de campo. Na lateral esquerda, duas opções. Deslocar o lateral direito Ademar, ou então, trazer o atacante Bebeto, ex-CRB, para fazer a função na ala esquerda.

No coletivo desta quarta-feira, 16 horas, no estádio Mane Garrincha, o treinador Vitor Hugo desvenda o mistério para a imprensa e torcedores gamenses.

O alviverde do DF ocupa a 10ª posição da Série B, com 37 pontos ganhos.

Pendurados
São eles: Bebeto, Fabrício, Naves, Paulo Matos e Raul.