Fim de tabu é destaque na Seleção do Brasileirão. Veja!

Campinas, SP, 08 (AFI) – O Brasileirão chega na reta final, após a rodada de número 30, quem entra em campo é a já conhecida Seleção FI, que traz todos os destaques. Desta fez, 26 as redes balançaram 26 vezes nas 10 partidas, uma média de 2,6 por jogo. Os visitantes conquistaram três vitórias, os mandantes seis e apenas um empate, na única partida sem gols, entre Goiás e Cruzeiro.

Entre os visitantes que venceram, estão dois em clássicos. No paulista a vitória do Corinthians marcou a quebra do tabu, que não derrotava o São Paulo desde 2003, quando venceu a final do Paulista. No clássico carioca, o Fluminense marcou duas vezes e brecou a reação do Flamengo, que permanece ameaçado pela degola.

Na parte de cima da classificação, o Palmeiras derrotou o Grêmio por 2 a 0, no confronto direto pela Libertadores, já o Santos passou pelo Botafogo por 2 a 1. Desta vez, a Seleção da Rodada vem em esquema inovador e moderno, o 3-5-2, e sob o comando de Nelsinho Batista (foto), que conquistou a primeira vitória em sua nova passagem pelo clube.

Confira os eleitos:

Goleiro: Fábio Costa (Santos) – Segurou um Botafogo mordido e que necessitava de uma vitória. Quando a partida estava empatada fez uma defesa espetacular ao pegar um chute de dentro da área do zagueiro Alex. É importante destacar outros nomes, como de Felipe, do Corinthians, e de Fabiano, um dos grandes responsáveis pela incrível recuperação do Náutico.

Zagueiro: Índio (Internacional) – Atuou como xerife e organizou o setor de marcação do Colorado. Não deixo os atacantes gostarem da partida e anulou o lanterna do campeonato e já rebaixado América-RN.

Zagueiro: Chicão (Figueirense) – Artilheiro! Mesmo na zaga mostrou que tem faro de gol. Na vitória por 4 a 0 sobre o Paraná, marcou duas vezes. O primeiro de pênalti e o segundo como elemento surpresa. Não teve trabalho na defesa.

Zagueiro: Betão (Corinthians) – A Fiel clama por ele até agora. Com raça e fidelidade de um verdadeiro corintiano marcou o gol da vitória diante do rival São Paulo e acabou com o tabu de quatro anos sem vitórias no clássico. Se emocionou e emocionou a muitos.

Volante: Magrão (Internacional) – Está conquistando um espaço no time gaúcho. Neste domingo, marcou um gol de cabeça e ainda marcou bastante, dando consistência para a defesa e ainda teve liberdade para distribuir as jogadas.

Volante: Arouca (Fluminense) – O Maracá viu um atleta esbanjando vontade. Lutou muito, anulou o poder ofensivo do Mengo e foi recompensado com a vitória Tricolor no clássico das multidões. No segundo gol iniciou a jogada e deu um passe primoroso para Somália.

Meio-campo: Caio (Palmeiras) – Sem Edmundo está conquistando a nação verde. No Palestra marcou o primeiro e ajudou o time a voltar a zona de classificação da Libertadores. Com passes envolventes e habilidade de sobra, foi um dos melhores em campo e provou que se dá muito bem ao lado do chileno Valdívia.

Meio-campo: Thiago Neves (Fluminense) – Voltou com tudo ao time titular. Depois de ser afastado pelo técnico Renato Gaúcho, teve gás para conquistar ainda mais o torcedor e marcar o segundo gol com oportunismo de goleador. Tem pinta de craque.

Meio-campo: Geraldo (Náutico) – Sem o craque uruguaio Acosta, soube agarrar a responsabilidade e desbancou o Juventude ao marcar duas vezes. Deu mais mobilidade ao setor e distribuiu jogadas em velocidade.

Atacante: Marinho (Atlético-MG) – Entrou faltando 15 minutos e mudou o panorama da partida. Ainda marcou um belo gol de fora da área, com um chute forte. Se movimentou bem e aumentou o poder ofensivo do Galo.

Atacante: Renatinho (Santos) – Relembrou o tempo de Robinho na Vila. Entrou no segundo tempo e fez um belo gol, o da vitória do Peixe, ao tabelar com Kléber. Deu outra cara ao jogo, com movimentação e velocidade de sobra.

Técnico: Nelsinho Batista (Corinthians) – Pôs fim ao tabu de quatro anos sem vitória do Timão. Montou o time coerente e focado em não perder para o Tricolor, deu certo e pôde comemorar o feito. No final chorou, mas antes da partida deu uma injeção de ânimos no elenco corintiano, que dentro de campo foi percebido.