Diretoria de clube rondoniense mostra descaso por jogadores
Porto Velho, RO, 24 (AFI) – A diretoria do Moto Clube, que disputou a segunda divisão do Campeonato Rondoniense, segue dando exemplos de como não se administrar um clube de futebol profissional. Doze dias após a última partida da temporada da equipe, os dirigentes não têm idéia do que fazer com quatro jogadores e um membro da comissão técnica que ainda permanecem no elenco.Os cartolas devem aos atletas o último salário referente ao mês de outubro, além das passagens para que esses profissionais possam voltar aos seus estados de origens e às suas respectivas famílias. Permanecem na casa dos atletas, em Porto Velho, o goleiro Saci, os zagueiros Biro e Miquéias, o atacante Juninho e o preparador físico Everton Paulista.
Dos profissionais que continuam em Rondônia, dois são paulistas (Biro e Everton Paulista), dois são sul-matogrossenses (Saci e Junhinho), além do baiano Miquéias. Eles preferiram não comentar sobre o assunto, na esperança do que o caso seja resolvido.Técnico abandona
Para piorar a situação, o técnico Ionay da Luz, responsável pela contratação de todos esses jogadores, foi embora para Salvador na semana passada com o seu salário quitado. Desde então, não voltar a entrar em contato com os seus jogadores.
O sonho do Moto de conquistar o acesso foi encerrado há doze dias com a goleada sofrida para o Rolim de Moura, por 4 a 1. Os clubes que subiram a primeira divisão foram o próprio Rolim de Moura e Ariquemes.





































































































































