Advogado do Palmeiras questiona suspensão de Valdívia
São Paulo, SP, 30 (AFI) – O advogado do departamento de futebol do Palmeiras, Luiz Roberto Castro, considerou estranha as declarações do procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Paulo Schmitt, que disse querer aplicar uma suspensão preventiva ao meia Valdivia, após a expulsão na partida deste domingo, contra o Vasco, em São Januário.
“O direito de fazer denúncia é cabível, mas nesta reta final de campeonato soa como estranho, pois em nenhum outro momento do ano foi feito pedido de suspensão preventina para qualquer atleta, nem mesmo nos casos do Gavilán [Grêmio] que agrediu o próprio Valdivia, da cotovelada do Obina [Flamengo] e da agressão do Túlio [Botafogo]. As atitudes desses atletas foram muito piores que a do Valdivia, e nem assim eles tiveram suspensão preventiva”, explicou, em entrevista ao site oficial do clube.
Segundo Castro, as suspensões preventivas são solicitadas somente em casos de doping, como aconteceu com os jogadores Dodô [Botafogo] e Marcão [Internacional].
O advogado do Palmeiras ainda destacou que Valdivia apenas revidou a um lance em que foi provocado, não caracterizando agressão.
“Vamos tentar enquadrar o Valdivia num artigo em que ele possa pegar somente entre um e três jogos. Ele é réu primário, não teve lances de indisciplina em toda a competição e, em um ano de Palmeiras, esta foi sua primeira expulsão. Espero que tenham bom senso nesse caso”, revelou.





































































































































