Ofensividade é a marca da Seleção do Brasileirão. Confira!
Campinas, SP, 05 (AFI) – A 35ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A prosseguiu neste domingo à tarde, isso porque, na quarta-feira, acontece o jogo isolado entre Juventude e São Paulo fechando a rodada. Mas o domingo trouxe muitas emoções aos torcedores paulistas. Em casa, o Corinthians apenas empatou com o Atlético-PR, mas saiu da zona de rebaixamento. O Palmeiras perdeu para o Sport, em Recife, e deixou o G-4. Já o Santos ficou no 2 a 2 com o Atlético-MG e está a um passo da Libertadores da América.
Adeus má fase. A torcida do Cruzeiro, enfim, pode comemorar a quebra de jejum de sete rodadas sem vitória, pois a Raposa venceu o Flamengo, por 3 a 1. O Botafogo mostrou, mais uma vez, toda a sua inconstância diante do América-RN, e ficou no empate amargo, por 1 a 1. O Internacional não precisa mais se preocupar com o rebaixamento. Desta vez, o Inter jogou bem e não deu chances para o Vasco, marcando 2 a 0.
Quem vem a campo é a Seleção FI, que traz os melhores da rodada, e desta vez tem como treinador Geninho (foto). O técnico do Sport deu mais um show diante do Palmeiras e marcou sua segunda vitória contra o time paulista no Brasileirão.
Confira os eleitos:
Goleiro: Juninho (Atlético-MG) – Nao teve culpa nos gols do Santos, mas teve participação fundamental para segurar o empate na Vila Belmiro. No segundo tempo pegou um chute no contra pé e, no minuto final, fez uma defesa espetacular, ao pegar uma cabeçada a queima roupa. Merece estar entre os melhores do FI.
Lateral-direito: Gabriel (Fluminense) – Foi o grande nome na vitória do Flu sobre o Náutico, por 2 a 1. Com uma atuação de gala, marcou os dois gols de sua equipe e mostrou um pouco do futebol brilhante que de temporadas anteriores. Estava meio apagado desde que voltou ao Tricolor no início do segundo semestre.
Zagueiro: Danilo (Atlético-PR) – Não teve para ninguém pelo alto na defesa do Furacão. Tirou qualquer chance de perigo por cima, em um deste lances salvou um gol de Finazzi, ao tocar de cabeça. Ainda encontrou espaços para chegar ao ataque e aproveitar cruzamento para marcar o primeiro gol.
Zagueiro: Betão (Corinthians) (foto) – O melhor da zaga do Timão. Logo no primeiro minuto provou que é oportunista ao aproveitar a bobeira do goleiro adversário. Na defesa teve um bom desempenho, deixou o torcedor com esperanças de livrar o time da degola.
Lateral-esquerdo: Jonathan (Cruzeiro) – Fez uma boa partida, principalmente na parte de movimentação, pois não ficou somente em sua posição de origem e foi em busca de jogo por todo o campo. Tanto, que no segundo gol iniciou a jogada pelo lado direito, quando passou por dois adversários e deixou Roni livre na grande área para marcar.
Volante: Magrão (Internacional) – Fazia tempo que não tinha uma boa atuação. Diante do Vasco fez bons desarmes, além de conseguir dar mais dinâmica na saída de bola do campo de defesa. Magrão ainda deu mais consistência na marcação e também chegou à área adversária, principalmente pelo alto, nas jogadas aéreas.
Volante: Adriano (Santos) – Não foi somente Kléber Pereira que comandou o Peixe, pois o volante teve uma participação de coadjuvante, mas não menos importante. Marcou muito e fechou os espaços, principalmente no segundo tempo. Ainda teve espaços para dar passes aos homens de criação.
Meia: Fernandão (Internacional) (foto) – Foi o elemento surpresa no meio-campo. Pois com Nilmar e Iarlei, jogando mais adiantados, teve a função de criador de jogadas e deu conta do recado. No primeiro gol apareceu como elemento surpresa por trás da zaga do Vasco. Ainda deu bons passes e se o trio tivesse atuando desde o inicio do Brasileiro, o São Paulo estaria em maus lençóis.
Atacante: Carlinhos Bala (Sport) – Destruiu a defesa do Verdão. Abusou da velocidade e colocou a zaga na roda. Marcou dois gols, no primeiro em um belo chute cruzado. No segundo, contou com a infelicidade do zagueiro Gustavo. Mas foi o melhor em campo, se movimentando bastante e buscando jogadas ofensivas, deu muito trabalho ao Palmeiras e deixou o Sport mais longe da degola.
Atacante: Kléber Pereira (Santos) – Começou apagado, mas não menos produtivo. Seu verdadeiro futebol apareceu no segundo tempo, quando marcou os dois gols do Peixe, um de pênalti e o segundo em uma jogada espetacular, pois se livrou de cinco marcadores e bateu colocado.
Atacante: Roni (Cruzeiro) – Disparado foi o melhor em campo na vitória do time mineiro sobre o Flamengo, por 2 a 0, no Mineirão. Comandou o time no ataque, se movimentou, deu “caneta” em adversário e marcou dois gols. Um de pênalti, outro de bico. Encarnou o espírito guerreiro tão pedido pelo técnico Dorival Júnior. Ele já tem 11 gols, sendo artilheiro do time no Brasileirão. “Estes gols estavam faltando, mas graças a Deus saíram”, comentou Roni, ex-Flamengo e Fluminense, que quebrou jejum de sete jogos sem vitória do Cruzeiro.
Técnico: Geninho (Sport) – Montou um esquema bem posicionado e qualificado para segurar o Palmeiras. Deu certo e o Leão da Ilha permanece sonhando em se livrar da zona de rebaixamento. O resultado mostrou a eficiência do treinador, que aplicou o chamado nó tático no adversário ao colocar um marcador exclusivo em cima de Valdívia.





































































































































