Zagueiro penhora mais um bem do Bugre e cobra a Ponte Preta
Campinas, SP, 25 (AFI) – A má administração de José Luiz Lourencetti segue dando prejuízos à atual diretoria do Guarani. Depois de ter seu CT colocado à venda, devido a uma dívida com o meia Liberman, que inclusive já encerrou a carreira, o time campineiro teve mais um bem penhorado.
Nem o projeto Sócio-Torcedor escapou dessa vez. O zagueiro Nenê, que atuou pelo Guarani nos anos de 2003 e 2004 e foi revelado nas categorias de base da Ponte Preta, entrou com um processo contra o clube, pede o pagamento de uma dívida R$ 22 mil. Assim, a conta bancária do Sócio Torcedor, projeto criado este ano para tentar ajudar com as dívidas do Bugre, está bloqueada pela Justiça até que o débito com o atleta seja quitado.
Representado pelo advogado João Henrique Chiminazzo, Nenê, de 26 anos, também entrou com uma ação contra a Ponte Preta. A dívida do time do Majestoso, inclusive, é maior: a Macaca deve R$ 33 mil para o zagueiro, que defendeu as divisões de base da alvinegra entre 94 e 2002. Chiminazzo, porém, acredita que não será preciso penhorar nenhum bem da Ponte.
“Estamos negociando um acordo com a Ponte”, afirmou. Os dois times campineiros já encerraram, dentro de campo, o ano de 2007. O Guarani foi eliminado precocemente tanto na Série C do Brasileiro, como na Copa FPF, enquanto a Ponte vacilou em vários jogos dentro de casa e terminou em posição intermediária na Série B.
Mais uma!
Um dos últimos jogadores a justificar o status de ídolo no Brinco de Ouro, o atacante Edmílson espera receber uma dívida de R$ 117 mil do Guarani. A ação trabalhista teve início em julho deste ano e o clube tem até o final deste mês para fazer o pagamento.





































































































































