Candidato pela oposição comenta fase do Guarani

Campinas, SP, 21 (AFI) – Dois jogos, duas derrotas e a lanterna do Paulistão. O retrospecto do Guarani nas duas primeiras rodadas da competição já começa a preocupar a todos, principalmente àqueles que sabem que o clube tinha condições de estar em uma situação melhor. Vice-presidente pela oposição – derrotada nas eleições de dezembro -, Luiz Carreira Torres compartilha dessa opinião.

Empresário de renome, Torres tem experiência no futebol, pois já desenvolveu diversos projetos que deram certo. Com o Guarani não seria diferente. Ele já tinha engatilhado uma parceria com um grupo de investidores, porém, a derrota nas urnas deixou o Bugre novamente nas mãos de Leonel Martins de Oliveira, que, no momento, só pensa em concretizar a venda do Brinco de Ouro.

“Com o time que montou, era de se esperar que o Guarani fosse pagar mico. A realidade é triste, mas temos que confrontar. O nível da diretoria é de lamentar, mas nós não vamos ficar de braços cruzados, e agiremos rápido”, prometeu Carreira, que comentou também a reunião do Conselho, a ser realizada nesta segunda-feira à noite.

“A reunião deve ser secreta, como sempre, para resolverem os negócios na calada da noite, sem transparência nenhuma. Uma reunião dessa importância deve ser comunicada através da assessoria de imprensa e ter uma divulgação junto a comunidade bugrina”, afirmou.

O outro lado…
No entanto, nem tudo no Guarani é de se envergonhar. Um grupo, que conta com a participação de Torres e outros bugrinos, está desenvolvendo um movimento cultural e de estudos sobre o clube campineiro, o que pode causar uma verdadeira revolução sadia.

“Fico por outro lado entusiasmado com o nosso grupo, que não está de braços cruzados. A forma como as coisas estão acontecendo vai deixar muita gente magoada com o Leonel. A ignorância do atual Conselho em relação às intenções do Leonel tem de ser desfeita”, finalizou.