Cartola reclama de agressão e jogo vira caso de polícia
De acordo com o presidente maqueano, os seguranças não gostaram do comportamento de alguns integrantes da diretoria do Marília, que se encontravam no espaço reservado aos dirigentes visitantes. Com isso, os seguranças teriam retirado do local Beto Mayo, o vice-presidente João Carlos Duarte Ferreira e um delegado de Marília que acompanhava a delegação a convite da diretoria maqueana.
Sertãozinho, SP, 10 (AFI) – A partida Sertãozinho 2 x 0 Marília virou caso de polícia. O presidente do MAC, José Roberto Mayo (foto), afirma ter sido agredido por alguns seguranças do Touro dos Canaviais, durante a partida que foi realizada na noite deste domingo, no Estádio Frederico Dalmazo, em Sertãozinho, pela oitava rodada do Campeonato Paulista.
“Estou há dez anos trabalhando dentro do futebol e nunca presenciei um ato tão lamentável como este. O Sertãozinho não tem estrutura para disputar um Campeonato Paulista”, esbravejou. “Nem quando disputávamos a Série B1 [atual Segunda Divisão do Paulista] e Copa Coca-Cola [Copa FPF] aconteceu isso”, emendou Beto Mayo, com exclusividade ao O dirigente acusou os seguranças de agressão enquanto era retirado das tribunas. Automaticamente, o Beto Mayo se dirigiu até a delegacia policial mais próxima, onde lavrou um termo circunstanciado de ocorrência, relatando tal fato.
Portal Futebol Interior.
“Foi um absurdo. O segurança me disse que mandava na polícia de Sertãozinho e nada poderia ser feito contra ele”, disparou Beto Mayo. Além do boletim ocorrência, o departamento jurídico do MAC entrará com uma representação na Federação Paulista de Futebol (FPF), nesta semana, pedindo a interdição do estádio do Sertãozinho.





































































































































