Após 10 rodadas, só sete times não trocaram de técnico na A2
Campinas, SP, 28 (AFI) – A décima rodada do Campeonato Paulista da Série A2, disputada por inteiro na noite da última quarta-feira, acarretou nas saídas de Doriva Bueno do XV de Jaú, João Martins (foto) do Oeste e Michael Robin do Taquaritinga. Os três times foram derrotados, e os treinadores não suportaram a pressão.
Agora, apenas sete clubes – Ferroviária, Atlético Sorocaba, Santo André, Monte Azul, União São João, São José e Bandeirante – ainda não trocaram de treinador. O recordista de trocas é a lanterna Internacional.
Valdir Peres (foto), que estreou no empate da última quarta com o São Bento, por 2 a 2, em Indaiatuba, é o quarto treinador da equipe na A2. Anteriormente, Jorge Martinez, Michael Robin e Carlos Alberto Seixas, todos por três rodadas, ficaram à frente da equipe.
As quedas de quarta
Em Jaú, o XV perdeu a terceira seguida na competição. 2 a 0 para o Olímpia. O resultado deixou a equipe na zona do rebaixamento, na 18ª colocação, com nove pontos. Mas, no início da tarde desta quinta, a diretoria já anunciou o substituto de Doriva. Trata-se de Marco Antônio Machado (foto), que, na A2 de 2007, assumiu em uma situação semelhante e salvou o time do
rebaixamento. Sua estréia acontece domingo, contra o líder Santo André, em casa.
Um de gol de falta de Caio, do Rio Branco, aos 48 minutos do segundo tempo, decretou o fim da passagem de João Martins no Oeste. Sem vencer há dois jogos, a equipe de Itápolis tem 12 pontos, na 12ª colocação. No Taquaritinga, 15º colocado, com 11 pontos, Michael Robin deixou o clube menos de dez dias depois de assumir.
O CAT foi o terceiro time do treinador em menos de um mês. Antes, passou pela Internacional e pela Independente, rivais de Limeira. Em Ambos, assim como no CAT, ficou apenas três rodadas. Após a derrota para a Ferroviária, por 3 a 2, a diretoria não viu outra alternativa a não ser demiti-lo. Ciro Rios, ex-Taubaté e Mogi Mirim, assumiu.
Mais trocas
Antes de Robin, o Taquaritinga foi comandado por Toninho Cobra até a sétima rodada. Na mesma rodada, Vitor Hugo (foto)assumiu o América no lugar de Velloso. Depois da Inter, o time que mais trocou de técnicos foi o Botafogo.
Começou com Carlos Rossi, teve Valter Ferreira, que sequer chegou a estrear, e agora está, desde a quinta rodada, com Luciano Dias. Foi na quinta rodada também que Leandro Campos estreou no Comercial, que havia demitido Arnaldo Lira, e Carlos Rabello chegou ao São Bento, ex-time de Leandro Campos.
Uma proposta do futebol paranaense tirou Nenê Belarmino, na terceira rodada, da então líder Portuguesa Santista. A diretoria efetivou Paulo Sérgio, mas o resultado não é nada satisfatório: já são sete jogos sem vitórias.
Até o XV trocar Doriva por Machado, a última equipe que tinha substituído um treinador pelo outro era o Rio Branco. Saiu Roberto Fonseca e chegou Waguinho Dias, na nona rodada. Na rodada anterior, Mogi Mirim – Luciano Paschoal por Argel – e Olímpia – Candinho Farias pelo interino João Valim – entraram na dança dos técnicos.
Mantidos
Toninho Moura (foto), no São José, Edison Só, na Ferroviária, Márcio Ribeiro, no Bandeirante, Paulo Roberto, no Atlético Sorocaba, Luiz Carlos Ferreira, no União São João, Ivo Sechhi, no Monte Azul, e Fahel Júnior, no Santo André, estão no comando de suas respectivas equipes desde o início da competição.





































































































































