MS: Arbitragem caótica no Mato Grosso do Sul derrota Sete
Dourados, MS, 23 (AFI) -A equipe do Sete de Setembro foi derrotada ontem pelo Pantanal na cidade de Corumbá por 4×1. O time de Dourados até saiu na frente com um gol de Rafael Leite e parecia que resolveria a situação ainda na primeira etapa dada a qualidade que era apresentada pela equipe, mas em um lance isolado pelo setor esquerdo o time foi surpreendido e levou o gol de empate. Dois minutos depois em um contra ataque pelo setor direito o Sete tomou a virada.
O time sentiu o gol e mesmo tendo atletas experientes, acabou se envolvendo nos diversos erros do árbitro da partida,Luis Nunes D’Avila que xingou atletas de Sete, dirigentes e inverteu inúmeras faltas, além de punir somente jogadores da equipe de Dourados com cartões amarelos.
Com erros crassos de todo o quarteto de arbitragem, pois até o quarto arbitro,Roberto de Aquino, se mostrava estranho com atitudes curiosas como, por exemplo, pedindo a expulsão do preparador de goleiros Sergio Barbosa, sem que o mesmo lhe dirigisse a palavra, o time acabou se perdendo totalmente na partida e tomando mais dois gols na segunda etapa.
Outro fator que deverá ser levado a Federação Sul Mato-grossense de Futebol e posteriormente a Confederação Brasileira de Futebol será a falta de segurança no estádio que não reunia nenhuma condição para a prática do esporte. Os atletas do Sete foram agredidos durante a partida por copos com diversos líquidos e nenhuma atitude foi tomada pelos profissionais de arbitragem que pasmem disseram a membros da comissão técnica da equipe de Dourados que o atleta teria cuspido na torcida, o que se trata de uma inverdade, mas mesmo que por ventura isso tivesse ocorrido a obrigação dos árbitros seria de expulsa-lo e não autorizar torcedores a arremessarem objetos no gramado.
O goleiro Thiago foi atingido por pedras que lhe foram arremessadas por toda a partida, sem que nada fosse feito por parte do trio que autorizou uma escada atrás de uma das metas deixando todos no estádio a mercê de torcedores que faziam algazarras em cima de um muro.
A direção do Sete e da parceira lamentam demais os ocorridos e esperam que providências sejam tomadas pelo bem do esporte no Mato Grosso do Sul, que não merece algo tão vexatório e imoral em seu cenário futebolístico.





































































































































