Centenário do Galo: Principais ídolos do clube!
Belo Horizonte, MG, 24 (AFI) – Como grande clube que se preze, o Atlético-MG teve grandes nomes em toda sua história e ídolos da torcida. Desde técnicos vencedores, como Telê Santana, aos artilheiros Reinaldo e Dadá.Confira um pouco mais da trajetória desses jogadores no time mineiro:
Telê Santana
No clube, conquistou o principal caneco da galeria de troféus: o Campeonato Brasileiro de 71. Comandou o grande atacante Dadá Maravilha, mas, um ano após a conquista, deixou Belo Horizonte para acertar com o São Paulo – time que, 20 anos depois, marcaria a vida de Telê Santana.
Nascido na cidade de Itabirito, no dia 26 de julho de 1931, o técnico Telê Santana marcou a história do Atlético-MG. Após se aposentar da carreira de jogador, Telê assumiu o Fluminense, mas, logo depois de vencer o Carioca de 69, migrou para o time mineiro.
Foi, ainda, o técnico que mais dirigiu o clube na história. Telê entrou em campo pelo Atlético-MG em 434 oportunidades, 106 jogos mais do que Procópio Cardoso, campeão estadual pelo clube.Reinaldo
Ídolo da torcida e revelado nas categorias de base do clube, vestiu a camisa do Galo por 12 anos. Consagrado pela facilidade em marcar gols e na habilidade com a bola nos pés, Reinaldo conquistou sete estaduais no time (1976, 78, 79, 80, 81, 82 e 83).
Além disso, o atacante foi o artilheiro do Campeonato Brasileiro de 77, com 28 gols. Esta marca só foi batida em 97, por Edmundo. Dois anos depois, o atacante Guilherme (também vestindo a camisa do Galo) fez os mesmos 28 gols no Brasileirão de 99.No Atlético, Reinaldo marcou 288 gols em 475 partidas, mas teve um fim de carreira precoce, em virtude de uma lesão nos joelhos.
Dadá Maravilha
Dadá ficou no Galo até 72, mas ainda teve outras duas passagens. A primeira, em 74, e a segunda, entre os anos de 78 e 79. No clube, marcou 208 gols e ocupa o posto de segundo maior artilheiro, atrás apenas de Reinaldo.
Polêmico e irreverente atacante da década de 70, Dadá marcou época no clube ao ser o principal jogador na conquista do Brasileirão de 71. Na equipe desde 68, o camisa 9 era o grande ídolo da torcida.
Toninho Cerezo
Voltou em 74 e ficou no alvinegro até 83, conquistando vários títulos estaduais. Depois, foi vendido à Roma-ITA, e passou ainda por Sampdoria-ITA, São Paulo e Cruzeiro. Encerrou a carreira no Galo, em 98.Volante de pernas compridas e estilo altamente clássico com a bola nos pés, foi revelado pelo Galo no começo dos anos 70 e logo criou uma identidade forte com a torcida. Começou a carreira em 72, mas em seu primeiro ano foi emprestado ao Nacional.





































































































































