Comissão pede rigor aos árbitros com funkeiros & Cia.
Campinas, SP, 2 (AFI) – A moda do “Créu” está com os dias contados no futebol brasileiro. A polêmica em cima da dança veio à tona depois do último domingo, quando a atitude levou a uma tremenda confusão no clássico catarinense entre Avaí e Figueirense (veja a matéria e as fotos). Na manhã desta quarta-feira, o presidente da comissão nacional de arbitragem, Sérgio Corrêa, deu total liberdade aos árbitros para punirem os jogadores quando acharem que houve excesso na comemoração.
“O jogador não pode debochar, porque incita não só o adversário, como os torcedores do outro time. As comemorações têm que estar dentro das normalidades, dentro da beleza do espetáculo”, afirmou Corrêa. Mas, assim como a maioria das regras de arbitragem, a punição ficará a rigor de cada árbitro, caindo na mesmice da interpretação pessoal.
“Não dá para padronizar a punição. No momento, o árbitro vai achar se deve ou não punir o jogador. Se a comemoração ocasionar em uma confusão, como aconteceu em Florianópolis, o árbitro deve punir no mesmo momento. Mas se a comemoração for para a torcida do seu time, entre os jogadores, aí acredito que não deve haver punição. Vai da interpretação do árbitro”, comentou.
Sobre a “Dança do Créu”, Sérgio Corrêa deixou claro sua posição, mas não recrimina quem pensa ao contrário. “Sou um cara conservador, não gosto, mas tenho que respeitar quem gosta. É uma coisa do mundo moderno, onde a democracia tem que predominar. Não estamos em uma guerra, é só manter a normalidade”, finalizou.





































































































































