Onde Anda: Régis, ex-volante da Ponte e do Mogi Mirim

Regis 001 250Campinas, SP, 10 (AFI) – Revelado nas categorias de base do arqui-inimigo Guarani, Régis Angeli (foto) teve de subir a rua para se consagrar como profissional. Na década de 80, ele, que atuava como volante, fez história na Ponte Preta, onde jogou de 1984 e 88. Atualmente, Régis está como auxiliar-técnico de Edison Só, agora no XV de Piracicaba.

E não vai ser a sua primeira experiência nessa função. A aventura começou em 2000, quando trabalhou por três anos no Kashima Reyson, clube que, inclusive, encerrou a carreira como jogador, em 95. Depois disso, voltou para o Brasil e iniciou a parceria com Edison Só em 2004, no Botafogo.

Seguiu o treinador na Ferroviária, em 2006. No ano seguinte, porém, mudou de ares. Aceitou um convite de Vágner Mancini, amigo de infância, e foi com ele para a Arábia Saudita, no Al Nasser. A passagem pelo Oriente Médio durou até o início deste ano, quando Mancini assumiu o Grêmio. Desde então, Régis esperava uma oportunidade para retomar o trabalho.

Como jogador
Natural de Ribeirão Preto, Régis tem 44 anos e ingressou no futebol em 1979, nas categorias de base do Guarani. A mudança para a Ponte se deu no ano seguinte. Na Macaca, atuou ao lado de craques consagrados como Dicá, Jorge Mendonça, Chicão, Carlos e Sérgio Guedes, atual treinador da alvinegra.

A Ponte só não foi o único clube da carreira de Régis, pois após deixar o Majestoso, em 88, defendeu por 11 meses o Mogi Mirim, sob o comando do técnico Vadão. Em 89, aceitou um convite de Zé Sérgio para defender o Kashima Reysol. Sempre aberto a novas oportunidades, se mudou para o Japão.

A vontade em cursar uma faculdade fez o agora ex-volante retornar ao Brasil. Em Ribeirão Preto, se formou em Educação Física, em 99. Desde então, continua no futebol, mas agora em outro ramo: o de auxiliar-técnico.