Que moral! Muralha da Macaca assume a responsabilidade
Campinas, SP, 21 (AFI) – Se o goleiro não levar nenhum gol no jogo de volta da semifinal contra o Guaratinguetá, neste sábado, às 18h10, no Vale do Paraíba, a Ponte Preta está na final do Paulistão. Como ganhou a partida de ida por 1 a 0 e reverteu a vantagem, a Macaca joga por um empate. Apesar da responsabilidade ser grande, o camisa 1 da equipe campineira não foge dela.
“É uma responsabilidade boa. Melhor do que não tomar gol para não cair. Fico feliz de saber que se eu não tomar gol, o time está na final. Mas a partida é decisiva para todo o time”, afirmou o jogador, destaque do último sábado, quando fez duas defesas milagrosas e evitou um resultado adverso para a Ponte. Com o discurso inalterado, ele acredita que o futebol dentro de campo também não deve mudar.
“Trabalhamos sério desde o começo da competição para chegar até aqui. E se chegamos aonde chegamos com um padrão de jogo, não devemos muda-lo somente por conta de uma partida. Nos propusemos a chegar na frente e vamos continuar pensando e atuando dessa maneira”, comentou o mineiro Mário Lúcio Duarte Costa, de 27 anos. E da onde veio o apelido Aranha?
“Um dos meus primeiros técnicos disse que eu sendo goleiro não chegaria a lugar nenhum com o nome de Mário. Então me deu esse apelido. Não gosto muito, mas me trouxe até aqui e não vou mudar agora”, explicou.





































































































































