Jogadores da Ponte Preta vivem dia de Pop-Star

Mosaico 400Campinas, SP, 25 (AFI) – Os jogadores da Ponte Preta sentiram na pele, na última quinta-feira à tarde, a euforia, animação e empolgação do torcedor pontepretano para a final do Paulistão. Às vésperas da primeira partida da decisão, neste domingo, às 16 horas, em Campinas, os atletas viveram um dia de Pop-Star e distribuíram dezenas de autógrafos.

Além da intensa movimentação para a compra de ingressos, que acabaram em menos de sete horas, era grande também o número de torcedores no portão principal do Estádio Moisés Lucarelli, ao lado da Loja da Macaca, que não teve movimentação menos intensa.

Mesmo sem saber que os jogadores estariam no estádio, pois na programação inicial estava marcado um treino para o CT do Jardim Eulina, a torcida, bastante diversificada, com idosos, mulheres, jovens e crianças, marcou presença em frente ao Majestoso, e acabou recompensada.

A partir das 15 horas, alguns atletas começaram a aparecer do lado de dentro do estádio. Os primeiros a darem a cara foram os atacantes Wanderley, Marcelo Soares e Luis Ricardo, os zagueiros Jean e João Paulo e volante Fabiano Campos. Aos poucos, o número aumentou e a procura por um contato com os heróis pontepretanos começou.

O primeiro a distribuir autógrafos e pousar para fotos foi o goleiro Dênis, que pediu para os seguranças abrirem os portões e foi para os braços da massa. Um dos mais procurados era o atacante Wanderley, que, mesmo do lado de dentro das grades, atendeu atenciosamente todos os pedidos dos torcedores.

Torcida portao 150Em meio a autógrafos e fotos, os guerreiros da Macaca recebiam tapinhas de apóio nas costas e ouviam da torcida palavras de incentivo como “Vamos para cima deles domingo, ein”, “Chegou a hora da Ponte Preta”. Ninguém passou despercebido. A cada carro que imbicava no portão principal, os torcedores se aglomeravam e, depois do jogador estacionar o veículo no estacionamento, requisitavam sua presença na grade.

Mas a grade não foi obstáculo para um contato mais próximo. Todos os jogadores pediam a abertura dos portões e atendiam os apaixonados pela Macaca pessoalmente. Na vez do goleiro Aranha, herói da classificação contra o Guaratinguetá, os torcedores chegaram a gritar seu nome incansavelmente, enquanto o camisa 1 era cercado pela multidão.

Sergio 250Nem Sérgio Guedes, o Sergião, técnico da Ponte, escapou do assédio. Assim como todos os outros integrantes, recebeu o apoio e o carinho de uma torcida orgulhosa que vive intensamente o momento histórico de seu clube do coração. A mudança do CT para o Majestoso teria sido, inclusive, idéia do treinador, que sabe da importância da proximidade com a torcida em um momento como esse. Se depender da nação alvinegra, a Ponte já é campeã Paulista de 2008.