Ciclone impede brasileiro de voltar a dirigir país asiático
Campinas, SP, 13 (AFI) – O ciclone Nargis, que passou por Mianmar, a antiga Birmânia, há quatro dias, deixou um rastro de destruição no país e estimativa de 100 mil mortos. Mas o técnico brasileiro Marcos Falopa (foto), embora não estivesse no país, também sofreu prejuizos.
Falopa negociava com a federação de futebol daquele país o retorno ao comando da seleção local, que dirigiu até o iníco deste ano. Mas após a passagem do ciclone, o treinador perdeu contato com os dirigentes.
“Sinto muito pelos que estão lá. Fiz amigos durante minha passagem e torço para que tudo fique bem”, afirmou o técnico, que ficou em Mianmar durante um ano, quando chegou a final de dois torneios asiáticos e enfrentou uma crise entre o governo militar e monges budistas, em setembro.
O treinador revelou ter passados por dificuldades para comandar treinamentos, como toque de recolher e problemas de comunicação e restrição a alguns lugares. Mas Falopa é só elogios ao povo local. “É um povo humilde, que teve dificuldades políticas, mas espero que tudo se resolva”.
Com a tragédia que vitimou milhares de pessoas, o treinador já pensa em aceitar convites para seguir no Brasil.
Cigano da bola
Marcos Falopa já rodou o mundo trabalhando com futebol, seja como treinador, supervisor ou palestrando cursos, desde a década de 70. O treinador calcula ter estado em mais de 100 países em todos os continentes. O técnico já passou por histórias curiosas, como em uma partida no Camboja, quando o jogo foi interrompido porque uma cobra naja invadiu o gramado.
Outro fato curioso foi presenciado em Cuba, quando participou de um seminário ministrado pela Concacaf (Confederação da América Central, do Norte e Caribe de Futebol) ao lado do filho do ditador Fidel Castro.





































































































































