Satisfeito, Mancini não deve mexer no Vitória
Salvador, BA, 29 (AFI) –
Tudo indica que o técnico do Vitória, Vagner Mancini, no jogo contra o Ipatinga, repetirá a equipe, que goleou o Figueirense por 4 a 0. Nesse jogo Ramon, Rodrigão e Marquinhos foram substituídos por lesões, no lugar deles entraram Ricardinho, Dinei e Muriqui, que encheram os olhos da torcida.
Mancini não vê como problema a quantidade grande de jogadores, no meio e no ataque, a disposição. Segundo ele isso só faz com que o time seja mais competitivo.
O técnico, porém, é cauteloso quanto a sacar os três atletas que vinham ajudando a equipe nos jogos anteriores. “Ramon, Marquinhos e Rodrigão são essenciais para o time, foram na conquista do Baiano, e estão sendo também no Brasileiro. Eles vão competir pela vaga, que hoje é de Ricardinho, Muriqui e Dinei”, apontou Mancini.
Na tarde desta quinta-feira, o técnico fará um coletivo apronto, o único antes da viagem, que acontece nesta sexta-feira, às 16 horas, rumo a Belo Horizonte. Chegando à capital o grupo segue de ônibus até Ipatinga.
Mancini ainda tem remotos problemas na equipe. O zagueiro Anderson Martins, bastante criticado pela torcida e imprensa, mas que vem sendo um dos melhores jogadores do Leão neste Brasileiro sentiu cansaço muscular, mas não deve assustar o técnico. O caso de Marquinhos é mais grave, o jogador continua sentindo as dores abdominais, que o tirou da partida contra o Figueirense, e será avaliado até o dia do jogo.
Caso Anderson Martins não tenha condição, o substituto direto é o zagueiro Wallace e em sua reserva, Victor Ramos, recém vindo da base, seria a opção. No lugar de Marquinhos entraria de novo o atacante Muriqui, que já atuou, com elogios do treinador, no último jogo.
Ingressos à venda
O jogo do próximo domingo é contra o Ipatinga, mas a diretoria Rubro-negra já colocou a disposição os ingressos do jogo que acontece no dia 8, quando o Vitória recebe o Santos dentro do Barradão. 35 mil ingressos foram postos a venda, carga máxima do estádio. Segundo a diretoria, todos os jogos no Barradão têm que ser encarado como uma guerra, em que só a vitória interessa.





































































































































