Galho vago: Macaca não tem pressa para arrumar novo técnico
Campinas, SP, 9 (AFI) – Pouco mais de um mês depois de sagrar-se vice-campeã Paulista, a Ponte Preta vive um momento de indefinições. No último sábado, o presidente Sérgio Carnielli o técnico demitiu Sérgio Guedes e ainda não encontrou substituto. E nem tem pressa para isso.
“Estamos correndo atrás de um nome para ocupar o posto, mas não temos pressa. Ainda vamos nos reunir com o restante da diretoria para ver qual a melhor opção. Não precisamos nos desesperar, pois não podemos nos precipitar”, afirmou o dirigente, em entrevista à Rádio Bandeirantes, de Campinas, nesta segunda-feira cedo.
A explicação para a calma em escolher o novo comandante é no longo período que a Ponte vai ficar sem jogar, após a partida desta terça-feira, contra o Marília, em Marília, quando José Luiz Carbone, coordenador técnico da Macaca, representará a figura do técnico.
Serão 11 dias de inatividade até o confronto contra o Corinthians, no sábado, dia 21 de junho, em Campinas. A idéia é que até lá a equipe já esteja sob um novo comando. “A Ponte vai estrear seu técnico contra o Corinthians”, garantiu Carnielli, que vê na paciência uma virtude para se dar bem no futuro.
“Os nomes são vários, mas o treinador tem que ter o perfil do nosso time, aceitar aquilo que a Ponte já tem e não pode querer mudar tudo. E não é fácil achar alguém assim. Existes alguns nomes que a diretoria vem trabalhando”, confirmou o presidente, sem revelar, no entanto, a identidade dos procurados.
Nos bastidores, cinco nomes ganham força: Márcio Bittencourt, ex-Noroeste e Corinthians, Paulo César Gusmão, atual campeão goiano com o Itumbiara, Heriberto da Cunha, do Fortaleza, Paulo Comelli, recém-saído do Bahia, e Márcio Araújo, que iniciou a temporada 2008 no Barueri.





































































































































