Milagre do Rei: Gols de Pelé ajudam a salvar vidas
São Paulo, SP, 25 (AFI) – Há cinqüenta anos, o maior craque de futebol de todos os tempos, Pelé, marcava seu primeiro gol em Copa do Mundo. Foi no dia 19 de junho de 1958, num jogo contra o País de Gales, válido pela Copa do Mundo da Suécia. Na carreira de Pelé, este era o 86º. Gol e o primeiro dos 12 gols do Rei do Futebol em Copas do Mundo.
Cinqüenta anos depois, mais do que fazer história, os gols marcados por Pelé estão ajudando a salvar vidas por meio do Programa Gols pela Vida. Lançado em dezembro de 2007, o projeto criou medalhas de ouro, prata e bronze relativas a cada um dos 1283 gols marcados pelo Rei em sua carreira.
As medalhas estão à venda e todos os recursos obtidos com a comercialização serão destinados ao Complexo Pequeno Príncipe, de Curitiba, cuja unidade de pesquisa, o Instituto Pelé Pequeno Príncipe, é apadrinhada pelo craque. Lá são desenvolvidos estudos científicos sobre doenças da infância que ainda hoje apresentam limitações no diagnóstico ou no tratamento. Todas foram produzidas pela Casa da Moeda do Brasil e são certificadas e numeradas na face através de uma tecnologia inovadora usada pela primeira vez no Brasil neste tipo de projeto. As de ouro custam R$ 3.000,00. Já as de prata saem por R$ 1.500,00 e as de bronze pelo valor R$ 700,00. Quem possuir o interesse em adquirí-las podem acessar o site www.golspelavida.org.br e obterem mais infirmações.
Pequeno Príncipe
As medalhas
Pequeno Príncipe atua nas áreas de assistência em saúde, ensino, pesquisa e mobilização social. Nos seus dois hospitais, César Pernetta e Pequeno Príncipe, são atendidas mais de 250 mil crianças e adolescentes por ano, que encontram na instituição desde consultas até tratamentos complexos, como transplantes de rim, fígado, coração e ossos. A assistência hospitalar é oferecida desde 1.919.
A pesquisa foi formalizada em 2005, com o apoio de Pelé, e tem como objetivo melhorar os índices de cura de doenças catastróficas da infância, que ainda hoje no Brasil apresentam limitação no diagnóstico e tratamento.
“Fazer pesquisas no Brasil é um grande desafio, pois os recursos são escassos. O apoio do Pelé nos traz a oportunidade de captar recursos nacionais e internacionais para a causa da saúde infantil”, explica o coordenador do programa Gols pela Vida, José Álvaro Carneiro.





































































































































