Estreante no CRB, Costa gostou e promete conversa no olho
Maceió, AL, 28 (AFI) – A torcida não gostou, mas o estreante técnico João Carlos Costa aprovou a atuação do CRB no empate, por 2 a 2, com o Marília, neste sábado à tarde, no Estádio Rei Pelé, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. A receita para deixar a lanterna, segundo costa, é muito trabalho.
“Vamos ter mais alguns dias para acertar o time visando o compromisso com o Santo André (terça-feira, dia 1º de julho, no ABC paulista)”, explicou o substituto de Roberval Davino. A Imprensa local, porém, acha que oe elcno é fraco e precisa de reforços para evitar o rebaixamento.
Conversa no olho
Costa sabe que não terá tempo para aperfeiçoar a parte técnica ou tática do time, mas acredita que, nesse momento, o mais importante é o lado psicológico.
“Quero conversar olho com olho com os jogadores. Cada um precisa saber o que vai fazer e como fazer em campo para ajudar o time a sair dessa posição desconfortável na tabela”, conclui. Antes disso, ele elogiou o espírito guerreiro do time, que pode ser comprovado pela reação em campo, quando perdia de 2 a 0 e chegou ao empate.
Após este tropeço em casa, o CRB ficou na lanterninha da série B, com apenas cinco pontos, um a menos do que o América-0RN, que sexta-feira, em Natal, venceu o Paraná, por 3 a 2, saindo da última posição.
Xavier lamenta pênalti perdido
O atacante Ricardo Xavier não escondeu a tristeza por ter perdido um pênalti nos acréscimos do jogo, que poderia significar a vitória do time. Segundo ele, deu azar no lance:
“Corri direito para a bola e até superei o goleiro, mas a bola bateu no travessão e saiu. Foi uma pena, mas vamos continuar trabalhando”, prometeu.
A expectativa é de que a paz volta e reinar no elenco alagoano, mesmo porque a diretoria conseguiu pagar os salários atrasados.
Os jogadores regatianos entraram em campo com uma motivação extra. É que a diretoria conseguiu pagar os salários de maio aos jogadores e a de abril aos funcionários. De acordo com algumas informações, os salários estavam atrasados há três meses, o que é inadmissível no futebol profissional.





































































































































