Crônica bem humorada: Eu já vi esse filme e não gostei
Campinas, SP, 28 (AFI) – Tricoligens: Tá! Tá bom! Mas já deu! Até esperei demais para escrever, com todas as letras, que esse timinho não é de nada e o pior é que eu e a “elite” tricolor já vimos esse filme e não gostamos, nem um pouquinho do enredo e muito menos da “continuação”. Para os não cinéfilos, explico! Há alguns fatídicos anos atrás o “fluminada” protagonizou um verdadeiro filme de terror, que teve como finalização sua derrocada caída para a “segunda divisão”. O pior foi que os produtores do filme, vide “Exterminadores do FLUturo”, gostaram tanto do resultado que produziram uma “continuação”: “Hora do Horror – Terceira Divisão”. E se a torcida “tricolina” não derruba os caras eles iriam continuar a série terrifica com: “Degola em quartas divisos”, e “Flumilense pras quintas dos infernos”, e por aí vai…
A coisa tá preta (e vermelha). Nós só não estamos na “lanterna” por uma simples ajuda do destino, pois temos o mesmo número de pontos do, já previsto rebaixado, Ipatinga, que conseguiu a façanha de ter um saldo negativo de onze gols contra seis do tricolor. Sei que o campeonato está embolado, a Portuguesa, melhor dos quatro (futuros) “decaídos”, tem 16 pontos e está somente a 3 do Botafogo, último dos classificados para a “Sul-Amerigrana”, mas se a gente não começar a jogar futebol, vamos ter que contratar, a peso de ouro, o “Mano Menezes” para nos tirar de onde ele está agora.
Acompanhem o meu raciocínio, se usarmos um pouco da boa e velha matemática teremos a seguinte equação (melhor seria “éguação”): se o “flumirrita” empatou; no maior sufoco; com o Vasco, e este tomou uma lavada do Santos, então, por dedução, o atual “tricocô” é o pior da “regra de três”. Daí que já estou começando a fazer as pazes com “os deuses do Olímpico” e do “Maracangalha” também, para ver se damos um jeito “mágico” na coisa, porque senão vamos ter que apelar pros advogados do Daniel Dantas, Celso Pitta e Naji Nahas, isso para não nos rebaixarmos a implorar ajuda ao Paulo Maluf.
Flamengagens
Para não perder o hábito de meter (no bom e mau sentido) o malho no “Flamengay”, quero relembrar que a praga que nós da “CAIM – Cariocas Aliados Inimigos do Menguinho” rogamos contra a “escória”, está pegando. O “Mingau” continua perdendo pontinhos preciosos, apesar de que dessa vez ninguém soube aproveitar.
Por falar nisso, a família do “bObina” bateu tanto tambor para que seu parente conseguisse chegar a titular, o que conseguiu; menos pela capacidade do bom baiano e mais pela debandada do “Marchinho”, do Renato Augusto e do Souza; que acabou queimando todos os “cartuchos”. Foi tanto “ebó” pra “nádegas”. Resultado? O “xodó” da “urubuzada” jogou absolutamente coisa alguma e saiu “ovaiacinado” justamente pelos seus fiéis fãs volúveis. Pois é! “Quem com fio fere, com bobina tá ferrado”.
Botafoguices
O “Foguinho” parece que, finalmente, enterrou a viuvez do “Cuca”; aposentou a mortalha, botou o lenço afogado de lágrimas pra lavar e começou a viver uma nova vida. Já saiu até mesmo da “cozinha” embora tenha trocado o “mestre Cuca” pelo “Ney Frango”. O que eu chamo de cozinha é aquela faixa intermediária onde se encontram os times que não sabem se vão ser “fritos” (Zona do Rebaixo Meretrício), ensopados (Sul-Amerigrana), ou dourados (Libertahorrores das Américas). Embora esteja com cinco times doidinhos pra “frigir” os ovos e tomar o seu “Lugarzinho ao Sol”; Vasco [16]; Goiás e Atlético Paranaense [17]; Atlético Mineiro e Náutico [18]; pelo menos não corre o risco de ser “fritado”, porque daqui que os “Quatro Caveirosos do Apocalipse” (Ipatinga, Fluminense, Santos e Portuguesa) possam alcançá-lo, vai uma eternidade, ou pelo menos, três ressuscitamentos.
Vascainadas
A nau cruzmaltina que pensávamos, zarparia do caís; e do caos; logo após a “reobertovolução à francesa” e da “guilhotinada” do então “Ditador-Imperador-Comandante-em-Chefe”, “Ericús Demanda – Primeiro e Último” começa a “fazer água”. Tomar de cinco, de um dos quatro “marmAnjos decaídos”, convenhamos… é de fazer português errar nas contas e não tem “santos” que ajude. Eu acho que o único jeito, depois da passagem devastadora do furacão “Eurico” é o Roberto “dinamitar” tudo, a começar pelo defasado técnico e fiel escudeiro do seu antecessor, Antônio Lopes, continuando pela Comissão Técnica e terminando na estátua do Romário.
Futebol de areia!
Deu no “Meu Pyork times”: Que vergonha, hein dona Europa? Usar de todas as artimanhas e até trocar as regras em cima da hora, pra derrubar o BRASIL no Campeonato Mundial de Futebol de Areia? Essa vocês… se superaram… E Tenho Dito!





































































































































