A má sinalização da Curva da Tragédia do Brasil de Pelotas
Brasília, DF, 19 (AFI) –
Na manhã deste domingo, tivemos a oportunidade de ir ao local da tragédia do capotamento do ônibus da Empresa Bosembecker, de Pelotas, que na noite de quinta-feira, 15 de janeiro, vitimou dois jogadores, Claudio Milar e o zagueiro Régis, além do preparador de goleiros do Brasil de Pelotas.
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Por tratar-se de uma rodovia que foi liberada há menos de um mês para ser utilizada em sua totalidade, RS 471, constatamos que a curva que ocorreu o acidente, tem quase 90 graus e, não tem uma sinalização adequada para uma situação de bastante risco.
Existe uma placa de velocidade de 60 km, e a seguir, quase em cima da curva, outra placa de 40 km. Falta com certeza, e que seja feito de imediato, a colocação de sinalização e também, as faixas que mostrem a existência de uma curva fechada e que traz muito risco.
Arnaldo Cruz e sua mulher, Adriana Ferrari Bosembecker, que é proprietária da empresa do ônibus, e outros funcionários, estiveram no local para fazer uma avaliação das condições do trecho no anel que conecta a RS-471 com a BR-392, em Canguçu, onde o ônibus tombou.
Indefinição!
O presidente do Brasil, de Pelotas, Helder Lopes, comunica nesta segunda-feira, se o time pelotense continua ou sai do Campeonato Gaúcho. Já o presidente da Federaçao Gaúcha, Francisco Noveleto, divulgou que o time do Brasil de Pelotas deve começar a atuar, a partir da quarta rodada da competição gaúcha.






































































































































