Presidente de clube da A2 ameaça pedir a renúncia
Sorocaba, SP, 24 (AFI) – Em 2006, logo depois que o São Bento subiu para a primeira divisão, o presidente David Ferrari Júnior, alegando que forças da oposição estariam trabalhando para derrubá-lo, resolveu sair e pedir demissão. Nesta semana, ele voltou a deixar claro a possibilidade de renunciar ao cargo.
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“Na época o São Bento estava na primeira divisão e esse grupo de oportunistas derrubou o time para a segunda e agora espalham mentiras para a torcida para que ela fique contra mim. Matamos um leão por dia aqui e como temos visto presidentes de times grandes renunciando como PSG, Real Madrid, podemos sim renunciar, embora gostamos muito do São Bento, e não precisamos disso aqui”, explicou Ferrari.
Virou pessoal
O presidente do executivo do Azulão disse na entrevista que não é o conselho que tem problemas com ele, mas o conselheiro Luiz Manente, que ao seu ver, ainda tem cabeça de chefe de torcida organizada e que a instituição São Bento maior que isso.
“Se ele acha que gosta mais do São Bento, deve saber que existem outras pessoas assim e como nós pensamos no clube com responsabilidade. Além disso, nestas tratativas, ele não pode falar nada, e sim do que ouviu falar, porque estava de férias na praia, enquanto nós estávamos em contato. Não com quem comanda, mas com um advogado e outras pessoas da tal parceria”, alfinetou Ferrari.
Responderá
Sobre a reunião dos conselheiros na segunda-feira, Ferrari afirmou ao jornal. “Estou sabendo disso através de vocês hoje. Se tiver, ele que exponha através do conselho o que acha que deve e eu em nome da diretoria executiva responderei. Mas posso afirmar que ele, ao passar dados sigilosos da reunião para a imprensa sequer respeitou a cláusula de confidencialidade que não permitia essa divulgação. Precisamos sim, é de uma reunião para ajudar a arrumar patrocínio para o clube”, disse.
O presidente exemplificou que clubes como Corinthians, Palmeiras, São Paulo e outros firmam parcerias e não se vendem, como estavam querendo com o São Bento.
“Bom investidor é aquele no qual não apenas uma parte, mas as duas são beneficiadas”, atacou Ferrari que voltou a citar que pediram para ele assinar e só depois de 20 dias lhes mostrariam o projeto. “Era a mesma coisa que dar um cheque em branco. Além disso, queriam com os R$ 40 mil, dos R$ 200 mil (R$ 160 mil eram para as despesas), contratar funcionários deles e o São Bento ficariam com 20% desse lucro que não tínhamos certeza se viria”, finalizou Ferrari.





































































































































