No "meio do bolo", Lusa segue sua luta pelo G4

São Paulo, SP, 13 (AFI) – Na manhã desta sexta-feira, a Portuguesa realizou o último treino antes da partida contra o São Caetano, sábado, às 19h10, no Anacleto Campanella. Confronto de extrema importância para a Lusa seguir na briga por um lugar no G4 e, consequentemente, nas semifinais do Campeonato Paulista.

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O zagueiro Alex Bruno, suspenso, desfalca a equipe comandada pelo técnico Paulo Bonamigo. Em compensação, Athirson retorna após ficar de fora diante do Guaratinguetá.

Com os resultados da rodada de meio de semana, a diferença entre os seis mais bem colocados caiu para apenas seis pontos. O líder Palmeiras soma 30 e a Portuguesa (6ª) tem 24.

“O importante é continuar no meio desse bolo, próximo ao G4 e continuar somando pontos. No fim da primeira fase, teremos confrontos diretos e serão jogos importantíssimos. Só dependemos de nós mesmos”, ressalta Athirson.

Além de o São Caetano contar com a vantagem de atuar em seu estádio, o lateral-esquerdo destaca o fato de o adversário ter a estreia de um novo treinador – Sérgio Soares substitui Vadão.

“Todo time que sofre mudança, que chega um técnico novo, os jogadores querem provar que podem seguir como titulares. Isso dificulta muito. Podem nos enfrentar com uma nova estratégia, com alguma novidade. Então, vamos jogar com cuidado mas sempre pensando em impor nosso ritmo”, emenda Athirson.A Lusa vai a campo com: Fábio; Ediglê, Bruno Rodrigo e Erick; Wilton Goiano, Ygor, Marco Antônio, Héverton e César Prates; Edno e Christian.

Depois da partida, o jogador terá de se preocupar com outra coisa. Na segunda-feira, Athirson será julgado no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) da Federação Paulista de Futebol (FPF) pela expulsão na partida contra a Ponte Preta. O lateral foi citado no artigo 255 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (Praticar ato de hostilidade contra adversário ou companheiro de equipe) e pode pegar de um a três jogos de suspensão.

“De repente, o árbitro achou que fui forte demais, querendo agredir o adversário, mas não tive intenção nenhuma. Não vou punir o árbitro por ter me expulsado, mas fui realmente para proteger a bola e fazer o giro em cima do adversário, que estava atrás de mim e fazendo falta o tempo todo. E para fazer o giro preciso usar o braço para o movimento. É a mesma coisa usar o braço para correr porque ajuda a pegar velocidade. É uma coisa normal. Podem pegar meu histórico, em 15 anos de carreira só fui expulso três vezes. Não tive intenção nenhuma”, completou o lateral-esquerdo.