GUARANI: Números mostram que LMO vai mal em Paulistão
Campinas, SP, 17 (AFI) – O presidente do Guarani, Leonel Almeida Martins de Oliveira, somente retornou à presidência do clube, em meados de 2.006, porque a torcida, os associados do clube e a imprensa de Campinas não têm memória. Ou porque não eram vivos quando das vezes anteriores que Leonel Martins de Oliveira (LMO) esteve à frente da diretoria executiva do clube. E, com isto, Leonel Martins acabou ficando com a falsa imagem de bom moço, bom administrador e que sabe fazer bem futebol.
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Os fatos demonstram que todas estas assertivas são mentirosas. Leonel nunca foi e não é um bom administrador, seja na presidência do Guarani, seja até mesmo em seus negócios particulares. Bom moço até que é, mas para aqueles que têm em Adolf Hitler ou em Benito Mussolini um exemplo de correção política. E de futebol… Bem, basta uma análise criteriosa dos números para tirar uma conclusão.
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Antes de voltar ao Guarani, em 2.006, Leonel Martins havia disputado 12 vezes o Campeonato Paulista e, em apenas três vezes o Guarani ficou entre os quatro primeiros colocados. E isto em um período que não havia rebaixamento e com poucos times disputando a competição.
Depois, já nos anos 1980, o Guarani lutou contra o rebaixamento em 1986 e 1987, último ano de Leonel Martins na presidência do Guarani. Em 1986, o Guarani somente não foi rebaixado pois caiam apenas dois times. Se fosse pelo regulamento atual, Leonel Martins já teria levado o Guarani ao rebaixamento em 1986.
O melhor período do futebol bugrino foi justamente sem a presença de Leonel Martins de Oliveira na Diretoria Executiva do clube. Em 1978, Ricardo Chuffi era o presidente do Guarani campeão brasileiro e em 1982, o presidente era Antonio Tavares, quando o Bugre ficou em terceiro lugar no Brasileirão com um ataque infernal formado por Jorge Mendonça e Careca. Aliás, a construção do Tobogã, no estádio Brinco de Ouro, também foi obra de Toninho Tavares, sem qualquer participação de LMO.
Em 1986, Leonel Martins teve méritos no Guarani vice-campeão brasileiro, mas sua falta de prestígio nos bastidores fez o time ser escandalosamente roubado por José de Assis Aragão na final contra o São Paulo, em Campinas. E, mais grave: Mesmo sendo vice-campeão brasileiro, o Guarani, em 1987, foi humilhado e teve que disputar o Campeonato Brasileiro da Série B.
1º Passagem de Leonel Martins na presidência do Guarani
1970 – 8º lugar – Com dez times disputando. Somente à frente de São Bento e Botafogo
1971 – 8º lugar – Com doze times disputando
1972 – 6º lugar – Com doze times disputando
1973 – 4º lugar – Com doze times disputando
1974 – 5º lugar – Com quatorze times disputando
1975 – 7º lugar – Com dezenove times disputando
1976 – 3º lugar – Com dezoito times disputando
1977 – 6º lugar – Com dezenove times disputando
2º Passagem de Leonel Martins na presidência do Guarani
1984 – 6º lugar – Com vinte times disputando
1985 – 3º lugar – Com vinte times disputando
1986 – 17º lugar – Com vinte times disputando (Somente dois times eram rebaixados)
1987 – 12º lugar – Com vinte times disputando***
Cabeças-de-bagre, especialidade de Leonel Martins
Outra característica do atual presidente do Guarani, LMO, é contratar péssimos jogadores. Talvez Leonel Martins seja o dirigente que pior contratou, e continua contratando, na história do futebol brasileiro, desde que Charles Muller trouxe o futebol ao Brasil. Além de endividar o clube com contratações faraônicas.
Dedeu, Tião Tomé, Zé Maria, Henágio, Niquinha, Márcio Angonese, Plínio. E muito mais. Mas isto será tema de outra matéria especial do Portal Futebol Interior.
*** Fonte: “O Caminho da Bola – História da FPF” – Rubens Ribeiro





































































































































