Presidente de time da A2 pode renunciar nesta terça-feira
Ribeirão Preto, SP, 28 (AFI) – Eduardo Batista, presidente do Comercial, deve ceder as pressões de um grupo de comercialinos e apresentar carta renúncia na reunião do Conselho Deliberativo, marcada para noite desta terça-feira, às 19 horas, no salão nobre do Estádio Palma Travassos.
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Após a queda para a Série A3 do Paulista, a pressão passou a ser muito grande pela saída de Eduardo Batista, crise que se agravou após Dado Batista, haver assinado um contrato de parceria para as categorias de base com Fernando Benedini, botafoguense assumido e filho do ex-presidente Tricolor Attilio Benedidi, que no passado cansou de ofender o Alvinegro.
As pessoas que fazem oposição ao presidente e querem a saída de Eduardo Batista, trabalham para o retorno de Luiz Joaquim Antunes. Elas são as mesmas pessoas que no passado fizeram de tudo para tirá-lo do Comercial e, agora, de joelhos pedem a volta do ex-presidente.
Luiz Joaquim Antunes disse que não pensa em ocupar o cargo, mas não afasta a possibilidade, desde que a limpeza seja total. Ele quer uma mudança radical e com nomes novos em todos os setores. Esse desejo vale também para aqueles que querem devolvê-lo a presidência do Comercial.
Na reunião desta noite, Eduardo Batista deve apresentar a proposta financeira do grupo que Luis Torres representa interessado na compra do Poli Esportivo e implosão de Palma Travassos, para que seja apreciado pelos conselheiros. Em contra-partida, o vice-presidente do conselho, Mauricio Righette, garante que tem uma proposta melhor, que atinge o Poli Esportivo e preserva o estádio Palma Travassos.
Três perguntas são feitas em Palma Travassos, ainda sem respostas!
Se o Dado tem essa proposta que vem de Campinas, porque quer renunciar. Com as dividas pagas, uma nova arena e dinheiro para contratar, porque sair?
Se existe mesmo uma segunda oferta, porque não foi apresentada antes e somente agora aparece quando Eduardo Batista está pronto para apresentar uma solução e evitar o Leão próximo d 29 de maio, quando um patrimônio orçado em R$ 37 milhões pode ser arrematado pelo preço mínimo de R$ 5 milhões e meio.
A terceira levanta duvidas sobre os empresários de Campinas. Principalmente pelo fato de Luis Torres ter vindo vistoriar a área do Comercial de Parati e alugada.





































































































































