Ex-lateral recordista participa do Jogo Aberto Regional da Band
Campinas, SP, 25 (AFI) – Vitor (foto esquerda), ex-lateral direito do São Paulo, Vasco e Cruzeiro e, o tenista Ricardo Mello (foto direita) são os convidados do programa Jogo Aberto Regional da Band Campinas (canais 4 e 15 da NET) neste domingo, às 8h30. O programa é apresentado por Carlos Batista (foto centro) e Stella Gontijo com participação do comentarista Eli Carlos, ex-jogador do Flamengo, Cruzeiro e Guarani e do jornalista Fábio Madeira.
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Recordista
Nenhum jogador brasileiro ganhou mais títulos da Libertadores do Vitor. Quatro vezes campeão da Libertadores (92, 93 -97, 98), bi da Copa do Brasil (95 e 96), bi Paulista (91 e 95) e, vencedor do Mundial de clubes pelo São Paulo em 92. Mas o começo foi difícil. Vitor fez nove peneiras até ser aprovado e, depois tinha que conciliar os treinos na Ponte Preta com o trabalho duro na roça, numa fazenda de algodão para arrumar o dinheiro para pagar a passagem até Campinas.
Como precisava ajudar no orçamento da, o lateral treinava só duas vezes por semana. Nos outros cinco dias, ficava livre da viagem de 1h30 de ônibus. Apesar de ter sido revelado pelo Tricolor, Vitor passou pelas categorias de base da Ponte Preta e do Guarani. O ex-camisa 2 do São Paulo jogou também pelo Corinthians, Cruzeiro, Vasco e Botafogo e, teve uma passagem de seis meses no Real Madrid em 93.
Aposentado
Aposentado desde meados do ano passado – quando jogou a Segunda Divisão paulista pela Inter de Limeira, Vitor atualmente é diretor de futebol do Guaçuano, time da sua terra natal que disputa a quarta divisão paulista. Além disso, o ex-jogador disputa partidas amistosas pela seleção brasileira de masters ao lado de Careca, Ronaldão entre outros.
O ex-lateral-direito, pai de dois filhos (Patrick, de 12 e Pâmela de 9) passou por duas cirurgias no joelho esquerdo (uma delas de reconstrução da cartilagem).Em mais de 15 anos de carreira, Vitor só lamenta o fato de ter disputado a final do Mundial de Clubes pelo Vasco em 98 contra o Real Madrid, com dores no joelho esquerdo. E por isso acredita que não rendeu o esperado num dos jogos mais importantes da história do Clube da Colina.
Ricardo Mello
Ricardo Mello joga tênis desde os 6 anos de idade. Começou a praticar em Campinas-sp. O papagaio apelido que recebeu dos amigos era a principal atração do Brasil Open no início de 2005, que pela primeira vez não contaria com Gustavo Kuerten. E ele não decepcionou: venceu três partidas e alcançou a semifinal. Nesta fase, ele enfrentou um ainda ascendente Rafael Nadal.
Em partida duríssima, o brasileiro chegou a ter uma quebra de vantagem no set decisivo, mas levou a virada e foi eliminado. Na seqüência da temporada, o espanhol não só levou o título na Costa da Sauípe, como ficou com os troféus dos Masters Series de Monte Carlo, Roma e de Roland Garros.
O bom início do ano de 2005, levou o paulista a 50ª colocação do ranking em julho, sua melhor na carreira. Logo depois, entretanto, ele teve uma queda acentuada de rendimento e terminou o ano como o segundo melhor do país, atrás de Marcos Daniel. Mello luta atualmente para voltar a ocupar uma vaga entre os 100, que deixou escapar.





































































































































