Carnielli "não dá pito", mas alerta o preguiçoso time da Ponte
Campinas, SP, 3 (AFI – Depois da vergonhosa atuação da Ponte Preta na derrota para o Brasiliense, por 3 a 0, sábado à noite, na Boca do Jacaré, a semana começou quente pelos lados do Estádio
Gerente minimiza bronca, mas fala em reforços
O gerente de futebol, Kiko Albuquerque, até concordou com as críticas da torcida e da Imprensa ao time, mas ressaltou que semanalmente acontecem reuniões, minimizando a presença do presidente no clube. “Ele veio alertar a todos sobre a necessidade de somar pontos”, completou.
Kiko confirmou que a o clube ainda pode buscar mais alguns reforços “porque temos tempo para isso”. O regulamento permite inscrição até dia 26 de setembro. E negou o inchaço no elenco, citando números: são 39 profissionais para a disputa tanto da Série B como da Copa Paulista e 22 jogadores mais diretamente ligados à Série B.
Muitos reforços vieram ao clube em vão e, até o momento, não foram liberados, como o lateral direito Dede, ex-Oeste, os argentinos Juan Marchisio e Savoia (machucado); os meias Kim e Dener. Uma avaliação mais criteriosa, com certeza, vai apontar outros jogadores improdutivos no elenco. O zagueiro André Gaúcho e o meia Leandrinho estão machucados e fora dos planos.
Carência e mudanças
O técnico Pintado ratificou a “carência em algumas posições e precisamos resolver logo isso”. Depois da bronca, num clima de poucos sorrisos, o técnico Pintado iniciou os trabalhos visando o jogo contra o Fortaleza, sábado, em Campinas, pela 16.ª rodada. Até lá, a Ponte vai continuar com 24 pontos, em sétimo lugar.
O zagueiro Gum e o volante Deda vão voltar, após cumprirem suspensão, enquanto Guilherme, com três cartões amarelos, vai cumprir a automática.
Moisés Lucarelli. O próprio presidente Sérgio Carnielli, fazendo valer a sua autoridade, se reuniu com seus pares, com a comissão técnica e cobrou os jogadores chamados de preguiçosos.
“O que eu sei é o que a Imprensa escreveu ou comentou, chamando nosso time de preguiçoso e apático. Mas temos jogadores de nível e não podemos perder do jeito que perdemos. Mas ninguém veio aqui dar pito ou cobrar, mas alertar para a necessidade de reação. Foi uma cobrança amigável. Eles acharam que está certo e prometeram que vão buscar os pontos que nós precisamos para brigar pelo acesso. Eu vim aqui mais do que como torcedor ou como presidente. Eu e o torcedor sentimos uma derrota desse jeito, sem força, sem reação”, explicou.
Pela manhã, Carnielli se reuniu com os diretores ligados ao departamento de futebol. Depois chamou o técnico Pintado para ouvir sua análise à respeito do time e à tarde reuniu os jogadores no gramado do Centro de Treinamento do Jardim Eulina.





































































































































