Guarani tenta "driblar" clima de instabilidade para quebrar jejum
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“Agora é hora de recuperar o emocional e voltar a jogar o que estávamos jogando”, declarou o treinador. “É como uma corrida de carro, o pneu pode furar, o carro pode rodar, mas tem de saber retomar o equilíbrio. É isto o que vai nos levar ao objetivo”, completou.
Um dos exemplos do descontrole emocional citado por Vadão pôde ser visto no próprio presidente do clube, Leonel Martins de Oliveira, após a derrota para o Atlético-GO (3 x 1), sexta-feira passada. Ele desaprovou a atitude da torcida, que pediu a volta do atacante Fernando Gaúcho, afastado por questão disciplinar.
“Não existe a mínima possibilidade dele voltar. Essa decisão é definitiva e não vamos voltar atrás”, exclamou Leonel, com tom de voz alterado. “O que adianta ele voltar? Ele vai resolver os problemas? O que ele fez no Paulista?”, continuou.
Elenco blindado?
Tentando blindar o elenco deste clima e, principalmente das críticas, Vadão comandou treinos físicos na reapresentação na tarde desta segunda-feira. O grupo volta aos trabalhos na manhã desta terça-feira.
Para o jogo contra o Ipatinga, o Guarani terá dois desfalques, o volante Glauber, expulso, e o atacante Caíque, suspenso pelo terceiro amarelo. Em compensação, o zagueiro Dão, recuperado de lesão, está liberado para voltar.
Por conta da derrota para o Atlético-GO, o time campineiro caiu para a terceira colocação, com 28 pontos.





































































































































